Férias com crianças! O que é importante levar?

Em 26.11.2017   Arquivado em CRIANÇAS, SAÚDE INFANTIL

Olá mamães do meu coração!

Vamos falar de férias com crianças! Sempre que vamos viajar com os pequenos surgem inúmeras dúvidas do que levar. E o que realmente não pode faltar na mala para os passeios de férias.

Minha primeira dica é sempre ter uma bolsinha com os primeiros socorros: remédio para febre, termômetro, antialérgico, soro, um xarope e pomadinhas para assaduras e alergias.

Depois precisa definir o destino! Imagino que nessa época do ano muitos estejam se preparando para passeios que tenham piscinas ou estão indo para o litoral.

Então, se você ainda tem criança que usa fralda é essencial você ter na bolsa fralda para piscina. A Huggies tem umas fraldinhas confortáveis e sempre usamos, nunca tive problemas. Depois uma roupinha com fator de proteção solar. Crianças adoram água e sol, mas não entendem o perigo da exposição aos raios solares e por fim um bom protetor solar. Eu sempre Índico que usem os recomendados para criança, porque são mais resistentes a água.

E se você realmente vai para praia ou algum clube, meu conselho é levar bastante roupa de banho e um bom roupão. Sempre levo roupão para os meninos!!! E pouca roupa! Sei que mãe tem mania de querer levar tudo que acha que precisa e acaba não usando nem um terço do que leva. Tente levar roupinhas leves, fáceis de lavar, algumas peças chaves que combinem com outras peças que possam ser repetidas, como um shortinho jeans, por exemplo!

Além de tudo que já comentei, sempre levo um bom repelente. Meu mais velho é alérgico e qualquer mordida de pernilongo já deixa ele incomodado.

Enfim, o importante é curtir as férias com muita diversão e proteção!!!

Dúvidas podem deixar nós comentários que vamos nos falando!!!!

 

Bju bju bju

Jaqueline Medeiros

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MITOS X VERDADES: ASSADURAS

Em 27.04.2017   Arquivado em CRIANÇAS, MATERNIDADE

MITOS X VERDADES: ASSADURAS

 

Ter um bebê em casa requer atenção redobrada, carinho e muita dedicação para manter os pequenos saudáveis. Para isso, os cuidados do dia a dia são essenciais, pois podem ajudar a prevenir desconfortos corriqueiros nessa fase, como assaduras, que, de acordo com a Sociedade de Pediatria (SBP), estima-se que até os 2 anos de vida,  25% das crianças apresentarão o problema.

Pensando em auxiliar os pais e responsáveis a identificar e entender mais sobre assaduras na pele dos pequenos, Bepantol® Baby, linha de antiassaduras da Bayer, lista alguns mitos e verdades.

 

– Não fazer a higiene correta interfere no aparecimento de assaduras. Mito ou verdade? Verdade: é necessário fazer a higiene completa com água morna e algodão, removendo delicadamente eventuais resquícios de fezes, urina, pomadas e outras secreções.

 

– Meninas desenvolvem mais assadura. Mito ou verdade?Mito: o surgimento de assaduras independe do sexo do bebê. O ideal é realizar os cuidados preventivos adequados para evitar que elas surjam.

 

– O uso de lenços umedecidos com álcool e fragrâncias pode causar assaduras. Mito ou verdade? Verdade: esses tipo de lenço pode causar irritações na região íntima, assim como o uso de sabonetes com pH alcalino, que deixam a  pele mais frágil e, assim, mais susceptível ao contato com microorganismos, causadores de doenças.

 

– É recomendável trocar a fralda, mesmo que esteja só com xixi. Mito ou verdade? Verdade: quando úmida e abafada, a região fica mais favorável ao aparecimento das assaduras. Portanto, o ideal é manter a região sempre limpa e seca.

 

– Usar fraldas descartáveis evita o surgimento de assaduras. Mito ou verdade? Mito. Para prevenir, o mais importante e essencial é a higienização correta na hora da troca e o uso de creme antiassaduras.

 

– No calor o problema piora. Mito ou Verdade. Verdade: a fralda abafa e aumenta a transpiração da pele. Além disso, o calor contribui para a proliferação de fungos e bactérias, que também podem causar as assaduras.

 

– Prevenir é o ideal. Mito ou verdade? Verdade: passar uma camada fina de creme antiassaduras Bepantol® Baby após cada troca ajuda a prevenir e proteger o bumbum do bebê contra possíveis irritações na pele.

VERÃO: DICAS PARA MANTER O BEBÊ LONGE DE DERMATITES DURANTE A ESTAÇÃO MAIS QUENTE DO ANO

Em 09.03.2017   Arquivado em CRIANÇAS, MATERNIDADE

VERÃO: DICAS PARA MANTER O BEBÊ LONGE DE DERMATITES DURANTE A ESTAÇÃO MAIS QUENTE DO ANO

Trocar a fralda com frequência, higienizar bem a pele do bebê e aplicar o creme antiassaduras a cada troca ajuda a evitar irritações na pele dos pequenos

 Calor

 

O verão está aí! É a estação mais quente do ano, que possibilita levar os bebês para passear e se divertir ao ar livre, sempre antes das 10 e após as 16 horas, deixando-os mais à vontade, com pouca roupa. Mas os pais e responsáveis também devem estar atentos aos cuidados com a saúde dos pequenos nesta época do ano, principalmente com doenças na pele que aumentam devido às altas temperaturas.

 

O calor excessivo favorece o aparecimento de irritações pelo corpo, como as assaduras, uma inflamação cutânea causada principalmente pelo contato da pele com as fezes e a urina. Comum entre bebês e crianças pequenas, deixa vermelha a região afetada, com uma lesão levemente inchada que pode se estender para outras áreas ao redor se não houver o tratamento adequado.

 

E para manter a pele do bebê saudável durante o verão, Bepantol® Baby, linha de creme antiassaduras da Bayer, sugere alguns cuidados no período.

 

– Vestir as crianças com roupas leves e confortáveis, priorizando os tecidos de algodão, que permitem uma melhor absorção da transpiração em relação aos sintéticos. Isso ajuda a evitar o aparecimento de brotoejas, que são inflamações da pele causadas devido à obstrução dos poros pelo suor, comuns nas partes do corpo com dobras.

 

– Se possível, deixar o bebê sem fralda durante alguns períodos ao longo do dia.

 

– Nos dias muitos quentes, manter os pequenos em locais frescos e arejados, na sombra e ao ar livre.

 

– Trocar a fralda com frequência, higienizar bem a pele do bebê e aplicar o creme antiassaduras a cada troca para ajudar a prevenir assaduras.

 

Sobre a Linha Bepantol® Baby

Sempre pensando no bem-estar das mamães e dos papais, a Bayer oferece a linha Bepantol® Baby, a evolução dos antiassaduras. O creme tradicional possui dupla proteção, pois cria uma barreira transparente e tem pró-vitamina B5, que age aumentando a resistência da pele contra assaduras. Além disso, Bepantol® Baby é de fácil aplicação e remoção. Não contém fragrâncias, corantes e conservantes que podem irritar a pele sensível do bebê.

 

Recentemente, a marca lançou o Bepantol® Baby Extra Proteção para bebês de até 1 ano. Com hidratantes de origem natural que evitam o ressecamento, possui em sua composição a pró-vitamina B5 e lanolina, que mantêm a pele macia, hidratada e reforçam a proteção contra assaduras, além da vitamina B3, que ajuda a proteger a região de irritações causadas pelas enzimas nocivas do cocô. Assim como o creme tradicional, forma uma barreira que isola a pele do bebê das irritações causadas pela urina, pelas fezes e pelo atrito, oferecendo uma proteção extra para os pequenos. Não possui corantes, perfumes, parabenos, álcool e conservantes.

3º Seminário Internacional de Mães

Em 07.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Meninaaaas segue um pouquinho sobre o 3º Seminário Internacional de Mães e eu quero que vocês leiam com muito carinho e quem tiver oportunidade de ir, vá! Minhas seguidoras vão ganhar 10% de desconto nas inscrições, então aproveitem para se inscrever e reservar um dia para aprender e dividir experiencias importantes para maternidade!

São Paulo receberá pela primeira vez Seminário Internacional de Mães
Evento, que discute as mudanças da maternidade na vida da mulher, chega em sua terceira edição com público estimado de mil mães.
Na era do conhecimento e da criatividade, a mulher vive um dilema: como buscar um novo estilo de maternidade que a faça se sentir completa? É nesse contexto que o Seminário Internacional de Mães, evento que nasceu em Belo Horizonte (MG) em 2014, surge como um importante espaço para a reflexão feminina.
“Nossa preocupação sempre foi convidar a mãe a repensar a vida dela – e achamos o caminho para isso por meio de palestras com especialistas de primeira linha do Brasil e do mundo. Desde a primeira edição, o Seminário de Mães é um evento transformador, uma vez que falamos sobre quanto a maternidade nos modifica”, explica Ana Paula Menegatti Lara, que é organizadora do evento ao lado de Flávia Fontes.
As duas mães empreendedoras tiveram a ideia de criar o Seminário depois de assistir a um documentário sobre os dilemas da maternidade, que falava, por exemplo, do quanto as mães se sentem culpadas ao saírem mais cedo do trabalho para jantar com os filhos ou quando optam por ficar com as crianças e abrir mão da carreira. “Percebemos que muitas das nossas preocupações também tiravam o sono da maioria das mulheres. Portanto, para conseguir atender tanta gente, um evento pequeno não bastava. Tinha que ser ‘O’ evento materno”, acrescenta Flavia.
E foi! Nas duas primeiras edições, os 800 ingressos à venda esgotaram rapidamente – e aí ficou clara a necessidade de crescer e ir para São Paulo, dessa vez com espaço para receber mil mães de crianças de 0 a 7 anos.

A chegada a São Paulo é um marco importante na história do Seminário. Este ano, o evento conta apoio de dois realizadores: a rede de influenciadoras maternas TopMothers, que tem a maior audiência do segmento parenting do país, e a revista Canguru, publicação gratuita sobre primeira infância que é distribuída por escolas particulares de educação infantil. A escolha dos temas foi cuidadosa e os palestrantes irão abordar questões como o dever da mãe de cuidar da própria saúde, o desenvolvimento infantil, controle das finanças e a participação dos pais na criação dos filhos. A lista de especialistas tem nomes como:

 

 

Meninas vocês não podem perder, eu já fiz minha inscrição e não perco esse evento por nadaaaa!!!

 

Bju bju bju

 

Love, J.<3

O papel do Pai e a importância da figura paterna

Em 06.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS

Olá meninas, ultimamente eu tenho refletido muito sobre a importância de ter a presença e a figura paterna na criação das crianças, sei que é um assunto que já é discutido há muito tempo e ainda falta muito para se entender.

Tive uma infância muito tranquila e meu pai ainda é o meu herói. Imagino como pode ser traumático não ter a figura paterna durante a infância e ao longo da vida. Meu pai desenvolveu o papel de pai, foi sempre presente, um paizão, companheiro da minha mãe, trabalhava muito e não ia com freqüência nas festinhas na escola, mas sempre que podia participava e nos recompensava com muito amor e cuidado.

Atualmente eu vejo que a maioria dos pais vivem uma vida corrida e suas maiores preocupações são as questões financeiras e assim vamos em direção a uma geração que cresce rodeada por tudo que o dinheiro pode comprar e sem o essencial para uma vida equilibrada na vida adulta: O amor e cuidado dos seus pais.

O pai traz segurança e é ele nosso primeiro herói, aquele que sustenta a casa, que cuida da mãe, dos filhos, que pega no colo, que arruma o carro, que troca a lampada. O pai é aquele que brinca de correr, que solta pipa, que ensina a andar de bicicleta.

Estava lendo um artigo muito bom no site da USP e quero compartilhar alguns trechos que são relacionados a importância que esses “heróis” tem para as crianças.

 

Segue:

O pai (a figura paterna de modo geral) traz uma contribuição vital para o desenvolvimento das crianças. O que o pai pode oferecer a seus filhos é diferente do que a mãe oferece, mas para a criança a importância é a mesma. As diferenças entre homens e mulheres no que diz respeito a seus papéis de pais e mães não estão explicitamente delineadas – cada família precisa descobrir de sua própria maneira. O pai também é importante porque ele é o suporte de sua parceira. Os pais oferecem um modelo de relação que as crianças imitam. Portanto, o sucesso ou as dificuldades nos futuros relacionamentos delas são em boa parte frutos dessa enorme influência da maneira pela qual os pais se comportaram. Isto não significa que os pais precisam ser perfeitos. Mas é importante para as crianças ter essa referência de pais trabalhando juntos para vencer as dificuldades que todas as famílias enfrentam. Para todo homem, tornar-se pai é um enorme passo. Até que se torne realidade, ninguém sabe o que isto realmente será para cada um. É claro que os comportamentos podem ser os mais diversos e não pretendemos estabelecer regras sobre como se tornar um pai. O importante é interessar-se pela criança, apreciar a sua companhia e seguir as suas próprias intuições. A principal mensagem é:

  • quando e como os pais começam a participar pode fazer uma enorme diferença na vida de seus filhos;
  • deixar de participar pode significar uma perda de oportunidade, do prazer e da recompensa de um relacionamento tanto para os filhos quanto para o pai.

Preparando-se para ser pai

O pai precisa de tanto preparo no ajuste a seu novo papel quanto a mãe. Portanto, ele precisa participar plenamente dos preparativos para a chegada do novo bebê. O tempo despendido na preparação para se tornar pai pode significar toda a diferença na qualidade de seu envolvimento no momento em que o bebê chega. Preparação física e emocional para a chegada do bebê são muito importantes, e o mesmo se dá para se tornar um pai adotivo. O nascimento e os filhos são freqüentemente encarados como parte do mundo feminino, e muitas vezes os homens se sentem excluídos. Inconscientemente podem sentir ciúmes pela atenção que a parceira grávida recebe. Podem reagir isolando-se em seus próprios projetos. Estar presente no momento do nascimento pode ser muito valioso para o relacionamento do pai com a sua parceira e com o bebê. Alguns homens podem se sentir incomodados ou constrangidos com a ideia de participar de aulas de pré-natal. Mas tanto o impacto físico como o impacto emocional do nascimento serão menos estressantes se os pais estiverem preparados para a experiência. Nem sempre é fácil para o pai participar com todo o envolvimento necessário, porque as instituições de saúde às vezes também não atendem a necessidade dele. Aulas de pré-natal, por exemplo, podem ocorrer durante o dia, e os empregadores não serem solidários com o fato.

Que tipo de pai você vai ser?

São muitas as experiências que afetam o comportamento dos pais. Nosso comportamento como pais é bastante influenciado pela maneira como fomos educados, que deixa raízes profundas. Nem sempre estamos cientes das razões pelas quais nos comportamos ou reagimos de determinada maneira. Alguns pais, por exemplo, podem achar muito difícil lidar com a raiva de seus filhos se nunca conseguiram ter raiva de seus próprios pais. Pais de primeira viagem podem se dedicar excessivamente ao trabalho, sem entender que estão usando isso como refúgio para escapar das pressões em casa. Podem, no futuro, lamentar esse comportamento. Uma das coisas mais importantes para uma criança nesses primeiros estágios é a maneira como os pais estão se entendendo. É triste ver famílias se desagregarem quando os filhos ainda são muito pequenos. O melhor início que pais e mães podem propiciar para seus filhos é o desenvolvimento de uma atmosfera feliz em casa. E conseguir isto significa estabelecer antecipadamente acordos entre o casal sobre as maneiras de agir. Isto se aplica a todo tipo de questão – como cuidar do bebê, trocar fraldas ou sobre dormir na cama dos pais. As crianças, incluindo os bebês, são muito sensíveis à atmosfera emocional que as circunda. Se as coisas estiverem estremecidas entre os pais – talvez por questões financeiras ou outro tipo de estresse que não apenas seu próprio relacionamento –, as crianças sentirão. Isto pode manifestar-se diretamente ou por outros caminhos, como dificuldades para dormir, cacoetes ou outros problemas de comportamento. Às vezes é difícil para nós entendermos ou lidarmos com o que está ocorrendo, e precisamos de auxílio externo. .

Os primeiros dias

O pai muitas vezes subestima as mudanças que uma criança ocasiona em uma família. Alguns homens podem tentar seguir como se nada tivesse mudado. Mas depois que o bebê chega, a maioria dos pais descobre que as horas de sono diminuem, o dinheiro diminui e o sexo diminui! Pode levar algum tempo até que você, pai, se aproxime realmente de seu bebê. Os pais precisam passar um bom tempo com sua nova família, e para isto devem tentar conseguir se libertar um pouco mais do trabalho quando nasce um novo bebê. Recentemente tornou-se um fato estudado que os pais podem sofrer, tanto quanto as mães, de depressão pós parto, embora com frequência este fato passe desapercebido. Na verdade, em certos aspectos o nascimento de um novo bebê pode ser até mais opressivo para o pai do que para a mãe. Todos esperam que a mãe se ocupe do bebê, enquanto o pai pode ficar se sentindo inútil e redundante, principalmente se não participar dos cuidados com o seu filho. É uma situação que pode ficar mais difícil se o pai estiver desempregado e achar que não consegue preencher o tradicional papel de provedor. É importante encontrar alguém com quem conversar se você achar difícil lidar com essa nova situação. O pai pode conseguir dizer para a sua parceira como está se sentindo, mas é mais fácil conversar com alguém de fora da família. O seu médico, psicólogo ou assistente social podem ajudar, ou ainda um amigo ou parente que também é pai poderá oferecer apoio.

Cuidando do bebê

A maneira pela qual o pai escolhe participar nos cuidados com o filho ou filha não importa – desde que ele realmente participe. Enquanto alguns homens dificilmente participam dos cuidados com a criança, outros se esforçam tanto na tentativa de serem bons pais que começam a competir com a mãe para ver quem é melhor cuidador. Eles podem participar dos cuidados com o bebê e das tarefas domésticas de tal modo que a mãe começa a se sentir um tanto excluída. É importante que o pai tente encontrar um equilíbrio, de modo que participe ajudando e apoiando sem minar as atividades da mãe ou assumir toda responsabilidade sozinho. Ninguém acha que é uma tarefa fácil, principalmente quando você e sua parceira encontram se, muito provavelmente, sensíveis e cansados.

O pai e sua parceira

O pai possui um papel fundamental como parceiro – pelo bem estar das crianças, de sua parceira e seu próprio. Na verdade, quem faz o quê na família não tem tanta importância. Por exemplo, ao discutir as tarefas de cada parceiro na casa, o que importa mais para os pais resolver é um arranjo que seja satisfatório para os dois. E os casais só conseguem isto se ambos mantiverem em mente a importância de seu relacionamento. O pai tem um papel importante a desempenhar, assegurando que o casal irá continuar a manter um relacionamento independente dos filhos. É muito fácil envolver-se tanto com a empolgação de um novo bebê como com o novo papel de pai, e o relacionamento do casal pode ser negligenciado. A percepção da criança sobre o relacionamento de seus pais é vital, e irá beneficiá-la se ela sentir que seus pais possuem vida própria. Isto significa que o pai tem que tomar o cuidado de continuar conversando com sua parceira. Uma das queixas mais comuns feitas pelas mulheres a respeito de seus parceiros é a de que eles não falam de seus sentimentos. Isto pode dizer algo a respeito da maneira como criamos nossos meninos, e pode ser difícil de ser mudado – mas é importante tentar. Assim é mais provável que um casal consiga resolver os problemas que aparecerem.

Os pais e seus filhos

Não existe um modo “certo” dos homens comportarem se em relação a seus filhos. Expressões de carinho são tão importantes quanto as brincadeiras. O que importa é que o pai sinta prazer e demonstre interesse no desenvolvimento de um relacionamento com a criança. Os pais com frequência comportam-se de maneira bem diferente com os filhos, quando comparados às mães:

• podem apreciar brincadeiras mais “brutas”

• podem falar com os bebês de modo diferente – os bebês sabem reconhecer isto e respondem a este comportamento também de modo diferente.

Mesmo sem ver quem é a pessoa que está falando, pesquisadores conseguem identificar quem está conversando com um bebê apenas pela reação dele. Os bebês se beneficiam de tipos diferentes de atenção. E o pai tem um papel importante a ser desempenhado, tanto com os meninos como com as meninas. As crianças se beneficiam de um relacionamento próximo com os dois genitores, cada um participando com algo que o outro não tem.

Conforme as crianças crescem, o papel do pai continua a ser importante, mas muda:

• Para os meninos – o pai pode representar um modelo. Algumas pesquisas sugerem que a influência do pai tem muito a ver com a futura sociabilidade do filho.

• Para as meninas – um bom relacionamento com o pai pode ter um impacto positivo na sua auto-estima e em seu senso de identidade, principalmente na adolescência.

• Para os adolescentes – o pai tem uma importância muito especial nos anos da adolescência. Ele pode ajudar a estabelecer limites, ou ajudar que os adolescentes se tornem independentes.

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Me contem como é essa experiencia na casa de vocês, como os papais estão executando o papel deles?

Por aqui estamos se adaptando, confesso que para o homem é um processo mais complicado sim, mas com um pouco de amor e paciência tudo se resolve.

 

Bju bju bju

 

Love, J. <3

A experiência da criança no inicio da sua vida escolar!

Em 04.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Meninas este é um trecho originalmente publicado pelo Child Psychoterapy Trust e esta disponíveis em inglês em: www.understandingchildhood.net . Amei o contexto, acho que nesse momento toda informação é muito importante, o Davi começou ir à escolinha e esta em fase de adaptação, mas confesso que sofri muito mais que ele. Por que? Porque desde o primeiro dia de aula ele fica de boa na escola e morre de chorar na hora de ir embora. Eu fico me sentindo a pior mãe do mundo, porque toda criança quer a mãe e o meu filho quer a escola. Espero que ele continue assim, nesse amor pela escolinha. Minha mãe conta que eu era exatamente assim e que amei a escola desde o primeiro momento.

As famílias constroem as bases para uma sensação de segurança. No seu melhor, a família é a base a partir da qual a criança aprende a enfrentar e lidar com as ansiedades da vida.

Além de casa, a escola é o único lugar mais importante na vida da maioria das crianças. Sua experiência escolar desempenhará um papel vital em suas vidas e determinará seu futuro acadêmico, social e, provavelmente, profissional. O primeiro ano é crucial. Uma pesquisa mostra que há uma ligação contínua entre o progresso que as crianças fazem em seu primeiro ano na escola. Por isso é muito importante que esse momento aconteça sem traumas. E que aconteça da maneira mais clara possível.

As escolas continuam com as famílias, tanto na definição de desafios quanto no aprendizado de tarefas – diferentes das aprendidas em casa – para lidar com dificuldades.

Quando começam a escola, a maioria das crianças já teve alguma experiência de uma pré-escola ou creche. Eles já enfrentaram alguns grandes desafios:

  • Saindo de casa com seus familiares e maneiras de se comportar
  • Gerindo por conta própria – sendo independente
  • Encontrar pessoas diferentes, tanto crianças como adultos
  • Aprender novas habilidades e realizar novas tarefas
  • Competindo e comparando-se com os outros.

Todas as mudanças são estressantes e ir à escola pela primeira vez é um grande evento para as crianças, independentemente da sua experiência anterior.

Com o ritmo do ano escolar – períodos passados ​​na escola intercalados com feriados – as crianças têm de se ajustar aos começos e finais, e os sentimentos que estes evocam. Memórias de outras mudanças e perdas podem ser agitados.

  • As horas escolares são mais curtas do que as de alguns viveiros ou centros familiares para que as crianças e os pais possam enfrentar outra convulsão com diferentes arranjos de assistência à infância. Crianças que tiveram um vínculo estreito com seu cuidador podem levar tempo para ajustar e se acostumar com a separação.
  • Algumas crianças podem encontrar a estrutura mais formal e exigência de obediência e concentração demais. Eles podem querer fazer a sua própria coisa e podem se ressentir do que eles podem ver como adultos impor limites à sua liberdade. As crianças da classe da recepção são demasiado novas para pôr muita de sua experiência nas palavras. Eles aprendem a gerenciar situações e dominar suas ansiedades através do jogo. Jogar jogos na escola com os professores estritos, stroppy ou amáveis ​​fornecem crianças com maneiras de pensar sobre suas experiências novas com adultos desconhecidos e tarefas desconhecidas.
    É normal que o comportamento das crianças regresse neste momento. Enquanto eles estão lutando para gerenciar na nova escola, as crianças podem tornar-se mais infantil ou exigente em casa.

Relutância em ir à escola

Muitas crianças estão um pouco relutantes em ir à escola no início. Há tantos ajustes para fazer que ele pode levar algum tempo para se instalar. Mas as crianças que ainda estão relutantes em sair de casa após os primeiros dias podem ter um problema mais sério. Isso poderia ter a ver com dificuldades em relação a outras crianças ou problemas com o trabalho escolar. Uma razão freqüente dada para a recusa escolar é o bullying.

A relutância em ir para a escola também pode refletir a ansiedade de uma criança em sair de casa. As crianças que não fizeram as movimentações usuais para a independência, encontram difícil de ser separadas de sua mãe. Algumas crianças podem não ser capazes de enfrentar a escola porque estão preocupadas com ansiedades sobre o que está acontecendo em casa em sua ausência:

  • Ciúme de sua mãe estar com um novo bebê ou irmão mais novo ou irmã
  • Preocupe-se sobre como uma mãe deprimida está administrando sem elas
  • Ansiedades sobre seus pais.

Se o seu filho está relutante em ir à escola, explore todas as possibilidades e discuta com a escola.

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Gostaria de saber como é a experiencia de vocês com seus filhos e essa fase de adaptação.

Em breve vou contar  sobre algumas brigas do Davi na escolinha e postar algumas fotinhas do Davi estudando, no storie do instagram eu vou postar as lancheiras diárias do DAVI, me acompanhem por la.

Bju bju bju

Love, J.<3

Ciúmes do irmão mais novo! Saiba como ajudar seu filho a superar esse momento!

Em 01.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Olá meninas, o que me dizem sobre ciumes de irmãos?
Por aqui os meninos estão se entendendo, mas o ciume rola solto e o Davi vez ou outra quer brigar com o neném!
Já o neném acha graça de tudo que o irmão faz.
Tenho tendado dividir meu tempo para não deixar o Davi tão enciumado, mas mesmo assim manter os dois juntos sem nenhuma briga é uma missão quase impossível.

Imagem: Internet

Estudos mostram que é natural e normal que o filho mais velho apresente demonstrações de ciúmes, ressentimento, insegurança, raiva e infelicidade como resposta ao nascimento do novo irmãozinho. O que fica por vezes difícil para os pais entenderem é a maneira pela qual esses sentimentos se expressam:

• Algumas crianças tentam machucar o bebê fisicamente, ou dizem para quem quiser ouvir que eles querem que o bebê vá embora.

• Outras podem demonstrar todo o carinho do mundo para o novo irmãozinho, mas ficam agressivas e hostis com a mãe.

• Podem ficar retraídas, passando a chupar o dedo e a molhar a cama.

• Outras, ainda, podem ter um comportamento ótimo em casa, mas cheio de problemas na escola.

Cada criança apresenta algum tipo de dificuldade diferente relacionada ao irmão:
• A criança pode aceitar o novo irmãozinho sem demonstrar ciúme, mas quando o bebê já estiver com nove meses e quiser pegar seus brinquedos, um ressentimento exacerbado pode aflorar.
• Podem surgir problemas no momento em que a criança mais nova começa a se socializar, faz seus próprios amigos e não depende mais tanto de seu irmão mais velho.
• A criança pode parecer mais popular ou bem sucedida na escola do que o irmão mais velho. Irmãos e irmãs podem ser muito unidos em determinados períodos, mas podem surgir ocasiões em suas vidas em que sentimentos de ciúmes tornam – se um peso para eles.

O que os pais podem fazer?

O comportamento desagradável e desrespeitoso está diretamente relacionado ao medo de deixarem de ser
amados. As crianças precisam da reafirmação do amor neste momento, juntamente com regras mostrando o que podem e o que não podem fazer. Com frequência a resposta dos pais a um mau comportamento confirma
o pior sentimento que as crianças têm – o de que foram substituídas pelo novo irmãozinho e deixaram de ser
amadas. A mensagem que você precisa fazer seu filho entender é a de que ele não é “mau” por sentir-se assim, que você compreende que ele está passando por um momento difícil e que os sentimentos que ele tem fazem com que
se sinta ainda pior. Não importa quão exigente e cansativo este período venha a ser, lembre-se de que você é a mãe (ou pai) e que está em suas mãos a capacidade de quebrar este ciclo. Console-se com o fato de que seu filho confia
tanto no seu amor a ponto de testá-lo até o limite e mostrar para você toda a confusão pela qual está passando. Embora com frequência seja difícil para você administrar essa situação com seu filho e o novo bebê, seu amor incondicional concede a ele uma posição segura para que possa expressar o que sente.

Algumas dicas práticas
• Tente evitar muitas mudanças ao mesmo tempo. Mudar de casa ou iniciar um novo grupo de amiguinhos, por exemplo, são atividades que deveriam ser o mais possível postergadas.
• Não deixe de estimular e mostrar seu apreço por qualquer ajuda ou gesto de amor do seu filho para com o novo bebê, e ignore comportamentos negativos e infantis quando for possível.
• Passe tarefas pequenas e leves para seu filho, para motivar seu relacionamento com o bebê. Não force se a resposta for negativa, mas mostre todo o seu apreço por cada ajuda que receber.
• Procure passar algum tempo só com o seu filho mais velho, sem a presença do bebê, em algum lugar onde possam ler ou brincar só os dois.
• Seja firme com relação a comportamentos negativos, mas sem fazer seu filho sentir-se culpado. Mostre
que o errado é o comportamento, e não ele próprio.
• Tome o cuidado de não cair no hábito de pensar em comportamento “bom” ou “mau” e em crianças “boas” ou “más” na família. Certos mitos são difíceis de serem abandonados.
• Cuidado com sinais de retraimento ou depressão. Compartilhe suapreocupação com o pessoal da escola. Uma criança com dificuldade em demonstrar sentimentos intensos com relação ao seu irmãozinho pode
escondê-los profundamente e precisar de ajuda para poder falar a respeito com alguém que não seja da família.

Créditos: Laboratório de Estudos da Família, Relações de Gênero e Sexualidade do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo

E é isso meninas, estou postando nossa rotina no instagram e vou falar mais sobre ciumes entre os meninos por lá!!!

 

Bju bju bju

 

Love, J.<3

Retorno ao trabalho!!!

Em 22.02.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE

Oi lindonas do meu coração, desculpem o sumiço, mas estou sem internet há mais de um mês e venho cuidando somente do instagram com meus dados de rede do celular. Já estamos contratando uma nova net e logo logo tudo voltara ao normal, palavra de mãe!

Na verdade hoje vim contar uma novidade muito importante para mim e que eu gostaria de dividir com vocês! Na próxima semana eu estarei retomando minha carreira em uma usina aqui da minha região, estou imensamente grata a Deus que permitiu que tudo acontecesse na hora certa. Quando o Mateus nasceu eu já tinha planos de voltar a trabalhar, mas quis esperar um pouco e no inicio desse ano percebi que estava pronta para começar a  jornada em busca de uma recolocação no mercado de trabalho. Conheci muita gente do bem, muita gente “anjo” e graças aos cuidados de Deus tudo deu certo.

Quando a mãe que sou nasceu, eu me dei conta que nasci para ser mãe, mas sempre deixei claro o meu imenso amor pela minha profissão, foram inúmeros anos estudando e muitos sonhos envolvidos em quase 26 anos entre escola e faculdade. Em algum momento eu cheguei pensar em deixar tudo para ser somente mãe, mas os dias me mostraram o quanto eu seria infeliz se não fizesse o que amava, que eu não perderia o cargo de mãe se continuasse lutando por minha carreira, meus sonhos, meus projetos. Claro que hoje os sonhos e projetos são outros, mas minha realização profissional ainda continua dentro de tudo que almejo para minha vida. Quero que meus filhos tenham orgulho em dizer: Minha mãe é Engenheira, Mãe e Blogueira rs! (Porque escrever, mesmo que eu não escreva tão bem, é algo que também amo.)

Portanto, em breve quero contar como será toda adaptação no trabalho. Meus pais e os pais do meu esposo vão ajudar com os meninos e isso me deixa muito feliz, saber que meus filhos estarão bem amparados enquanto trabalho. Davi começou a estudar para não sobrecarregar os avôs e para começar a se socializar, ele fica muito sozinho, sempre com adultos, nunca tem uma criança para brincar e ate o irmãozinho crescer acredito que a escolinha é o melhor caminho! Preciso de um tempo para contar como esta sendo a adaptação dele, mas já adianto, é punk rs.

Gente tem muito assunto, muita coisa que preciso dividir com vocês, tudo que venho aprendendo com os meninos. Mateus já engatinha, levanta em tudo e come muito. Foi confirmado que o Davi tem alguma alergia, mas não conseguimos identificar o causador. Ainda faremos mais exames, enfim… assunto é o que não falta.

Assim que nossa internet for instalada eu me comprometo a escrever aos sábados um resumo da nossa semana e sempre estou postando sobre nossa rotina diária no instagram, me sigam lá. Eu gosto de interagir com vocês por lá. Depois dos meus expedientes vou continuar com as postagens diárias sobre assuntos relacionados a maternidade.

Quero deixar esse espaço para vocês contarem sobre o que vocês acham sobre o retorno ao trabalho depois dos filhos e como vocês e seus filhos encararam esse momento.

Beijos no coração e até!!!

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Febre Amarela – Algumas informações!

Em 07.02.2017   Arquivado em CRIANÇAS, SAÚDE INFANTIL

Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática (fígado) e renal (rins), icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maior parte dos casos é assintomática, manifestando-se como uma infecção subclínica; todavia, esta doença pode apresentar-se de forma grave, podendo, até mesmo, levar à morte.

Transmissão

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África. É transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra.

 

Prevenção

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados e fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, a qual deve ser renovada a cada 10 anos e especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

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Infecção urinária: como preveni-la em todas as idades, inclusive nas crianças

Em 26.01.2017   Arquivado em CRIANÇAS, MATERNIDADE, SAÚDE INFANTIL

Infecção urinária: como preveni-la em todas as idades, inclusive nas crianças

O problema é comum e pode ocorrer em ambos os sexos, no entanto, metade das mulheres terão a moléstia pelo menos uma vez na vida, segundo especialistas
São Paulo, janeiro de 2017 – Com a chegada do verão, é normal que as pessoas passem mais tempo com a roupa de banho úmida ao corpo quando estão na praia ou piscina. Embora pareça inofensiva, essa prática pode ocasionar dermatites na região da genitália, sendo facilitadoras para o surgimento e proliferação de germes na via urinária, já que é um lugar úmido e propício para a instalação da bactéria.

 

A Infecção do Trato Urinário – ITU atinge homens e mulheres, em qualquer faixa etária. Pode acometer a bexiga (cistite), a ureta (uretrite) e rins (pielonefrite). Os sintomas são desconforto e dor para urinar, necessidade de ir mais vezes ao banheiro e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

 

“Nestes casos e, no homem, é preciso investigar para saber se existe o comprometimento da próstata. Se a infecção atingir os rins, os sintomas são os mesmos, porém, a pessoa terá também febre e comprometimento do estado em geral. ”, explica o Dr. João Amaro, presidente da SBUSP – Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e professor titular de Medicina de Botucatu – UNESP.

 

Na menina

As vulvuvaginites podem ser uma das causas para o aparecimento da infecção urinária na criança. “É importante fazer um exame clínico e, como prevenção, avaliar a vagina da menina”, afirma Amaro. Ele explica que, antes de um ano de idade, pode ocorrer alteração no desenvolvimento da estatura, sintomas e sinais genéricos que podem chamar atenção para o problema.

 

“Os pais devem educar a filha, desde cedo, a ter hábitos de higiene diariamente. Um problema muito comum é a forma inadequada de se limpar após a defecação, permitindo que as fezes tenham contato direto com o períneo e a vagina, contaminando a área, e assim, facilitando a infecção urinária baixa, ou seja, a cistite”, diz o especialista.

 

Na mulher

As chances de contrair a bactéria são maiores, já que a uretra é curta, medindo em torno de 4 centímetros. Pelo menos 50% das mulheres serão acometidas pela doença ao menos uma vez na vida. Problemas como diabetes, alterações no PH vaginal por conta da gravidez e complicações ginecológicas, como corrimento e a vulvovaginite – inflamação da vulva e da vagina, contribuem para a colonização do germe na bexiga.

 

No menino

No nascimento, temos a fimose fisiológica, que até pode permanecer até os quatro anos. A patologia é caracterizada por dificuldade de expor a glande após a retração da pele que a recobre. Desta forma, pode acontecer uma balanopostite, ou seja, uma inflamação desta região do pênis da criança, facilitando o aparecimento da infecção urinária.

 

No homem

Os problemas da próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, podem surgir após os 50 anos. São caracterizados por dificuldade de esvaziamento da bexiga, jato urinário fino e fraco, bem como o aumento do número de micções. Decorrente disto, ocorre uma queda natural de defesa e função do órgão, que pode levar ao aparecimento da infecção urinária.

 

Em termos de prevenção, além dos cuidados com a higiene, é bom evitar permanecer muito tempo com as peças íntimas úmidas nos órgãos genitais e recomenda-se beber muita água. “Alguns estudiosos afirmam que a alimentação à base de macrobiótica e cranberry são fatores para inibir a infecção urinária de repetição, mas não temos nada comprovado. O que se sabe é que, algumas vacinas específicas para combater a bactéria escherichia coli são efetivas”.

 

Se não tratada, a infecção urinária baixa, a cistite, pode evoluir para a pielonefrite, que leva a complicações e cicatrizes do rim, podendo alterar a função renal. Procure um urologista para investigar a doença e realizar o melhor tratamento.

 

A SBU-SP

Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) é uma associação científica sem fins lucrativos, que representa os médicos urologistas, especialidade clínica e cirúrgica responsável pelo diagnóstico e pelo tratamento das enfermidades do sistema urinário, de ambos os sexos, e do sistema genital masculino. Realiza desde 2004 campanhas anuais de conscientização do câncer de próstata para aumentar a sobrevida de pacientes acometidos pela doença.

Para falar de prevenção, tratamento, os tipos de infecções e as consequência de não procurar a cura, indico o urologista Dr. João Amaro, presidente da SBUSP – Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e professor titular de Medicina de Botucatu – UNESP.

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