Categoria "CONFISSÕES MATERNAS"

Alguém já te perguntou qual filho você mais ama?Qual é o predileto?

Em 15.02.2018   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS

Olá meninas, hoje vim falar de um assunto delicado. Parece que não, mas é.

Meus amores – Imagem Internet

Quando temos o primeiro filho nosso mundo se volta todinho para ele. Nossos sonhos, projetos, beijos, carinhos e etc. Quando engravidei do Mateus um filme passou na minha cabeça e eu tive a sensação de ouvir a todo instante a voz da minha mãe: Quando você tiver filhos irá ver que mãe ama tudo igual. Sempre brigamos por isso quando eu era solteira.

O filho mais querido não existe. Minha mãe sempre me disse. Eu nunca acreditei. Porque a todo o momento eu sentia que ela fazia muito mais para meu irmão do que para mim. É… eu nunca acreditei, até eu ter o Mateus.

Escrevi um texto entre lagrimas, porque eu refletia enquanto escrevia. Eu fui questionada por amigas se eu amava mais um que o outro, porque elas perceberam que eu fazia mais para um que para o outro. Não, isso não existe, não há possibilidades de amar menos um filho. Mães, vocês só entenderão o quanto podem realmente amar quando tiverem o segundo, terceiro, quarto ou sei lá quantos filhos. Porque não existe amor que se divida, ele só aumenta.

Segue o texto:

Meus queridos filhos, eu morreria pelos dois.

Mas em alguns dias um de vocês precisou mais de mim e por isso eu me voltei para um ou para o outro.

Um de vocês chorou com dor e eu precisei deixar o outro por um instante.

Um estava mais sujo.

Um caiu.

Um não conseguiu colocar o chinelo.

Um não quis comer.

Um não quis dormir.

Um fez birra.

Um fez mais bagunça.

Um é de um jeito e o outro de outro jeito.

Seria tolice se eu fizesse arroz branco para os dois, por exemplo. Porque um gosta dele com legumes e o outro sem nada. Vez ou outra um fica sem comer arroz em casa, porque eu sou só uma e faço só um tipo de arroz. E eu tento convencer que os dois comam o que fiz, mas sem sucesso. E mesmo assim eu sigo amando os dois e não o arroz do dia.

Um gosta de branco, o outro de amarelo. Mesmo assim o mais novo usa as camisetas do mais velho.

Um ri fácil, parece que o bom humor é seu sobrenome, o outro não é de muito papo. E eu respeito e brigo quando criticam a personalidade de um e elogiam o outro. Eles são assim.

Um é manhoso e o outro não.

E que fique claro, eu amo vocês do mesmo jeito, com a mesma intensidade. Todos os dias quando vocês adormecem eu dou um beijo em cada um e digo que são minha vida e é tão forte que doí.

Que fique claro que se eu dei um beijo em um, socorri um e não fiz isso ou aquilo por um dos dois que isso signifique que eu ame vocês diferente, isso não existe. O amor de mãe não pode ser medido por gestos, parem de tentar mensurar o amor de mãe, ele é imensurável.

Poderia ter muitos filhos, eu não amaria cada um de um jeito, amaria todos iguais, lutaria por todos, morreria por todos, sonharia por todos, cada um de um jeito, mas com a mesma medida de amor, um amor sem medidas, que ultrapassa a logica e dispensa que eu continue justificando se amo ou não mais ou menos um dos meus filhos.

Beijos

Jaqueline Medeiros

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Desfralde! O tempo certo para desfraldar seu filho.

Em 14.02.2018   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE

Desfralde

Redutor para o vaso

 

Olá meninas, como prometi, segue todas as informações que irão auxiliar vocês no desfralde. Na verdade o post é muito mais informativo do que um manual de desfralde.

Se existe uma coisa que descobri ao longo desses anos como mãe é que não há manuais para as fases que vivemos com nossos filhos. O que podemos fazer é sempre se informar como deve ser feito e adaptar a nossa realidade, tenho feito isso e dá super certo. Quando tento fazer igual, já era.

Mãe é mãe, mas cada filho é um filho e cada família uma rotina, um modo de viver, uma cultura diferente, uma crença diferente. Então, leia, aproveite as informações relevantes e crie sua própria formula e vai ser sucesso. Vamos lá.

Antes de ser mãe quando eu via uma criança de 3 anos usando fraldas eu já falava: Nossa, até hoje? Sabe de nada inocente, deveria pensar as mães que me ouviam.

Minha mãe disse que me desfraldou com 11 meses, uau. Eu ainda tenho minhas duvidas, como ela conseguiu esse milagre da natureza e para ser maior o milagre ela conseguiu isso duas vezes, meu irmão mais novo também saiu da fralda aos 11 meses.

O que eu demorei entender é que o desfralde é um processo que irá acontecer naturalmente, normalmente algumas crianças mostram sinais que é hora de começar a desfraldar. Mas nós não temos calma para aguardar que isso aconteça e vamos pulando o tempo deles, o que faz do desfralde uma luta sem fim.

Quando o Davi fez dois anos eu coloquei na cabeça que era hora de tirar a fralda, mas ele ainda não falava direito, tinha começado a ir para escola, era inverno e acabei desistindo depois de uma semana sem sucesso.

Nessa época cheguei postar na fanpage que estava tentando tirar a fralda, mas que não estava dando certo e que eu havia desistido. Uma seguidora me chamou no direct e disse que ele precisava falar bem e se comunicar melhor para que o desfralde acontecesse e que talvez aquele não fosse o melhor momento.

Concordei com ela e esperei um pouco mais de seis meses para começar outra vez.

Na primeira vez comprei fralda de pano, dessas que muitas mães usam e eu acho uma lindeza, mas o Davi odiava, era grande, ele não deixava abotoar e eu acabava tirando, comprei troninho, levava ele lá e explicava que lá era o lugar dele fazer xixi e cocô, para ajudar todo dia minha mãe ligava e dizia: Jaque, o Isaque usa o troninho desde um ano e meio, não faz mais xixi a noite e quando sai com a mãe dele já tira o pipiu para fora e faz xixi sozinho.

Meu Deus, ele era só dois meses mais velho que o Davi. Era meu desespero. Será que meu filho tem algum problema, será que não esta desenvolvendo bem? Mas sei que isso acontece com todas nós e inconscientemente comparamos ou deixamos que as pessoas façam comparações sem necessidade nenhuma.

Um dia acordei e falei: chega sou mãe e meu filho é saudável, começou estudar agora e é muita novidade para uma criança só. Vou esperar o tempo dele. Assim que for a hora vamos tentar novamente.

Um belo dia cheguei na sala e o Davi tinha tirado a fralda e eu perguntei: Filho o que houve, porque tirou a fralda? Ele me explicou que estava calor e que ele não queria usar aquilo. Aproveitei a deixa e convidei-o para ir ao banheiro e ofereci o troninho, mas ele pediu que fosse no vaso, com minha ajuda ele sentou no vaso e  fez xixi lá gente, quase morri de alegria, fez sentado.

Abre aspas “como sou mãe de menino sempre tive essa preocupação, sentado ou em pé? E eu tentava ajudar ele fazer em pé, mas ele queria sentar e eu deixei e deu super certo. O importante é estar confortável, na hora certa a natureza dele irá ensinar que a melhor maneira é em pé”

Então fui ao mercado e comprei um redutor e depois desse dia ele nunca mais usou fralda, tinha dois anos e oito meses mais ou menos. Hoje ele não usa mais o redutor, já aprendeu a segurar nas bordas da tampa do vaso.

Algumas mães me perguntaram sobre o cocô, como foi. Ele chegou fazer na roupa umas duas vezes e confesso que raríssimas vezes ele começa fazer cocô na cueca até hoje e sai gritando cocô cocô cocô e termina no banheiro. Mas também foi muito rápido, foi no tempo dele, ele sentiu necessidade de parar de usar a fralda e aprendeu ir ao banheiro para fazer o um e o dois.

Durante o dia eu sempre ofereço: Filho, vamos ao banheiro, fazer xixi? Ou, Filho quer ir fazer xixi? Quer fazer cocô? E assim eu o ajudo a lembrar de que precisa ir ao banheiro fazer xixi e cocô e que não pode ficar segurando, quando tiver com vontade precisa avisar a mamãe. Também levo antes de dormir e acordo de madrugada e levo-o dormindo para fazer xixi. Não há necessidade de levar, mas acabei me acostumando. Já deixei sem levar e não fez xixi na cama.

Eu cheguei contar uma arte dele lá no stories do instagram e esta no destaque de historias com titulo “Desfralde” vai lá conferir. Uma noite que coloquei fralda nele porque não consegui levar ele ao banheiro antes de dormir.

Então, não existe segredo. Só que para tudo há um tempo. Mas me contem como foi ae? Como esta sendo? O que deu certo para vocês? Assim podemos ajudar outras mães e em breve eu terei outro bebê para desfraldar. Aiaiaiaia.

Segue a gente lá no instagram e na fanpage, sempre tem foto bonita, texto emocionante e muita coisa de mãe.

Bju bju bju

Jaqueline Medeiros

 

Vida corrida, Trabalho, filhos e eu te apresento a Segunda Chance – Avós

Em 08.02.2018   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS
A segunda chance!

O amor mais verdadeiro

Você já parou para pensar que estamos a maior parte do tempo reclamando dos afazeres, da rotina, das noites mal dormidas, da casa que não para arrumada?! Vira e volta dizemos: hoje não fiz isso por causa das crianças. Ou dizemos que trabalhamos tanto pelas crianças. Ou que estamos construindo mais oportunidades para elas e por isso trabalhamos tanto e estamos tão ausentes. Uns arrumam muito a casa, outros se preocupam muito com os sonhos, outros com o trabalho, a carreira e  tenho certeza que você e eu se encaixamos em pelo menos um desses.
Nossas crianças crescem criadas por terceiros, nosso tempo é pouco para estar presente. Enchemos a casa de brinquedos como se eles fossem a compensação do tempo ausente.
E o pior é que a vida não é fácil para ninguém e a grande maioria não tem outra escolha. Trabalhar se faz necessário e as cobranças são muitas, a pressão dos grandes grupos, as multinacionais sugam todas energias com seus protocolos e políticas que prezam a família, mas que exigem o resultado a qualquer preço.
O tempo que sobra não é suficiente, tantas vezes fazemos planos: hoje vou jogar bola com as crianças, ou hoje vou brincar de casinha com as meninas, vamos sair para passear, vamos ver um filme. E no final do dia… Você organiza a casa, prepara a mochila do dia seguinte, vê o que tem de tarefa da escola, coloca o lixo para fora, a roupa na máquina, tira da máquina e a criança ta lá, tentando chamar atenção, sem entender porque é assim e o tempo vai passando, quando realmente paramos para fazer algo eles já cresceram.
Mas eu gostaria de te dar uma boa notícia no meio desse turbilhão de vida que vivemos atualmente.
Deus na sua infinita perfeição e graça, irá fazer de muitos ou de todos nós, avós.
Essa será nossa segunda chance.
Claro que eu quero aproveitar a primeira. Mas sabendo da segunda, hoje eu decidi agradecer!
Aos meus e aos seus pais e mães. Porque eles são a certeza que a segunda chance faz de nós seres genuinamente humanos e infinitamente melhores.
Aos nossos pais e mães, os famosos vovós e vovôs babões, todo meu amor e respeito.
Obrigada por pararem tudo e viverem a segunda chance com tanta plenitude. Por brincarem de casinha quando não estamos, por atenderem aos desejos dos nossos filhos, por brincarem de iguais para iguais com eles. Por fazer comida na hora certinha, por ver filme, por ouvir as histórias deles com tanta atenção, por fazerem dormir, por levarem para escola, buscar da escola. Por jogar bola, por terem toda paciência do mundo, por amarem tanta a nós e a eles. Por sempre estarem presentes.
Vovó e Vovô não quero esperar a segunda chance, hoje quero viver essa chance com as crianças e com vocês meus amores.
Beijos
Jaqueline Medeiros
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Como fica nosso Casamento depois da chegada dos filhos?

Em 05.02.2018   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE, RELACIONAMENTO

Vamos falar de casamento?

Família – Presente de Deus Foto: Internet

Ontem fomos na pracinha levar os meninos para brincar e comer um peixinho frito. Encontramos um amiguinho da escola do meu filho e eles começaram a brincar e eu lá cuidando. Em um determinado momento ele me perguntou: Quem é você? Eu expliquei que eu era a mãe do Davi e ele perguntou: Vocês moram juntos? Na hora me passou um filme na cabeça, conheço os pais dele, e já faz um tempo que eles se separam e ele tem apenas 4 aninhos. Imaginei porque será que ele me perguntou isso? Será que é porque os pais não moram juntos?

Acho que é um tema muito importante de ser discutido atualmente. Primeiro porque os filhos chegam e junto com eles milhões de incertezas em relação aos nossos parceiros ou parceiras.

Eu casei gravida, tive um namoro curto com o pai dos meus filhos, mas foram meses muito gostosos e intensos. Com a descoberta da gravidez tivemos que desacelerar, parar de sair, pensar no futuro.

Passei a primeira gravidez na casa da minha sogra enquanto nossa casa era reformada. Por sorte, minha sogra é uma mãe, ou melhor, uma avó, porque ela fazia exatamente tudo para mim no tempo que fiquei com ela e sou muito grata a ela e ao meu sogro. Mas quem casa quer casa e como eu desejei a minha. Enfim, meu primeiro filho chegou e a vida mudou.

Você está indo em uma direção e precisa parar e reajustar toda a sua caminhada. Sei que muitas mamães e papais planejam o primeiro filho e fazem tudo certinho, mas mesmo assim, um casamento não está preparado para receber uma criança sem ter que aceitar que muitas mudanças vão acontecer.

Sexo diminui, nem adianta falar que não diminui, claro que diminui. No início quase zera!

A mulher está se descobrindo mãe, aprendendo a equilibrar tudo dentro dela porque o caos dentro de si é muito grande. De um lado um amor que de tão grande te assusta, do outro o amor pelo marido, que hora ajuda, hora atrapalha e entre esses amores a mulher ainda precisa cuidar dela e da casa. Eu já pirei inúmeras vezes e por algum momento eu sentei sozinha lá na cozinha e pensei comigo mesma que eu não ia conseguir.  Mas consegui e venho conseguindo.

O marido é pai, mais pai não entende de maternidade. E ele não entende seu tempo, alguns, pouquíssimos, são compreensíveis. O meu foi e é um meio termo. Porque vira e volta ele reclama do meu cabelo, ou da minha unha, ou que eu estou acima do peso, ou que a casa está bagunçada. Porque quando ele me conheceu eu vivia impecável. Cabelão, mulher brasileira. Sempre bonita e cheirosa, minha casa era arrumadinha.

A verdade é que os três primeiros anos da maternidade a dedicação precisa ser quase que exclusiva para criança, é uma fase muito bonita e toda atenção é pouca. Você começa a descobrir super-poderes, passa conhecer o chorinho, sua voz faz o neném dormir e seu colo acalma toda tempestade e é maravilhoso.

Meu conselho é olhar para seu parceiro com o mesmo olhar daquela primeira noite, eu amo meu marido e namorar com ele é magnifico. Mas confesso que tem hora que dá vontade de dar umas paneladas na cabeça dele. Porque ele não me ajuda, dá um banho por semana nos meninos e está de bom tamanho na cabeça dele, em contrapartida ele tem um trabalho super estressante e de enorme responsabilidade, me respeita é apaixonado nos meninos e eles no pai. Está sempre preocupado com o trabalho e é o que ele tem que fazer mesmo, de lá vem nosso sustento. Ás vezes eu brigo e brigo feio, porque ele se preocupa muito com o trabalho. Mas já imaginou se ele não tivesse o trabalho? Já pensou seu marido desempregado, em casa coçando o saco e te enchendo a cabeça? Como vocês sustentariam a casa?

Eis a palavra ‘sustentar’. Homem e mulher são os dois pilares de uma família, juntos erguem uma fortaleza e são indestrutíveis. Por isso, quando eu sinto que a casa está balançando, que eu ando muito esgotada da rotina com os meninos e vejo que o marido está jogado nos cantos eu vou lá e dou um beijo, faço um strogonoff ou um risoto de carne que ele ama e ele se derrete. Porque tudo isso fez ele ver o que faço de bom e ele sente falta de coisa simples. De um bom dia, de silencio, de sua compreensão.

E não espere carinho para dar carinho ao seu marido. Ser mãe com apoio de pai já é difícil pra caramba, mas ser mãe sozinha, nem quero imaginar. E não estou dizendo que temos que viver um casamento medíocre, onde o outro não faz por merecer, onde não há respeito, isso nunca.

Mas se seu esposo te respeita, te ama e faz seus filhos felizes e você o ama, não há razões para não tentar, para não lutar, para não se doar mais um pouco. Esse é o mal da nossa geração fizemos dos nossos relacionamentos um conto de fadas, se depois do feliz para sempre não der certo, ignoramos o pilar da família, do lar, dos filhos e tentamos outro relacionamento e outro e outro e não analisamos que família é base de tudo e que a mulher sabia edifica a casa.

Não, não é uma missão simples. Mas foi para isso que fomos criadas, para uma missão impossível que Deus confiou a nós. E eu deixo para vocês o que foi escrito na bíblia sobre a mulher virtuosa e termino desejando que nunca falte amor para recomeçar todo dia.

Seus filhos precisam de pai e mãe unidos.

Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo. Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.

Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos. Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão. Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas.

Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos. Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços. Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca. Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.

Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata. Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura. Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra. Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores.

A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro. Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.

Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva. Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.

Provérbios 31:10-31

Abraços e beijos minhas lindas e que a sabedoria esteja sempre com vocês!

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Jaque

 

3º Seminário Internacional de Mães

Em 07.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Meninaaaas segue um pouquinho sobre o 3º Seminário Internacional de Mães e eu quero que vocês leiam com muito carinho e quem tiver oportunidade de ir, vá! Minhas seguidoras vão ganhar 10% de desconto nas inscrições, então aproveitem para se inscrever e reservar um dia para aprender e dividir experiencias importantes para maternidade!

São Paulo receberá pela primeira vez Seminário Internacional de Mães
Evento, que discute as mudanças da maternidade na vida da mulher, chega em sua terceira edição com público estimado de mil mães.
Na era do conhecimento e da criatividade, a mulher vive um dilema: como buscar um novo estilo de maternidade que a faça se sentir completa? É nesse contexto que o Seminário Internacional de Mães, evento que nasceu em Belo Horizonte (MG) em 2014, surge como um importante espaço para a reflexão feminina.
“Nossa preocupação sempre foi convidar a mãe a repensar a vida dela – e achamos o caminho para isso por meio de palestras com especialistas de primeira linha do Brasil e do mundo. Desde a primeira edição, o Seminário de Mães é um evento transformador, uma vez que falamos sobre quanto a maternidade nos modifica”, explica Ana Paula Menegatti Lara, que é organizadora do evento ao lado de Flávia Fontes.
As duas mães empreendedoras tiveram a ideia de criar o Seminário depois de assistir a um documentário sobre os dilemas da maternidade, que falava, por exemplo, do quanto as mães se sentem culpadas ao saírem mais cedo do trabalho para jantar com os filhos ou quando optam por ficar com as crianças e abrir mão da carreira. “Percebemos que muitas das nossas preocupações também tiravam o sono da maioria das mulheres. Portanto, para conseguir atender tanta gente, um evento pequeno não bastava. Tinha que ser ‘O’ evento materno”, acrescenta Flavia.
E foi! Nas duas primeiras edições, os 800 ingressos à venda esgotaram rapidamente – e aí ficou clara a necessidade de crescer e ir para São Paulo, dessa vez com espaço para receber mil mães de crianças de 0 a 7 anos.

A chegada a São Paulo é um marco importante na história do Seminário. Este ano, o evento conta apoio de dois realizadores: a rede de influenciadoras maternas TopMothers, que tem a maior audiência do segmento parenting do país, e a revista Canguru, publicação gratuita sobre primeira infância que é distribuída por escolas particulares de educação infantil. A escolha dos temas foi cuidadosa e os palestrantes irão abordar questões como o dever da mãe de cuidar da própria saúde, o desenvolvimento infantil, controle das finanças e a participação dos pais na criação dos filhos. A lista de especialistas tem nomes como:

 

 

Meninas vocês não podem perder, eu já fiz minha inscrição e não perco esse evento por nadaaaa!!!

 

Bju bju bju

 

Love, J.<3

O papel do Pai e a importância da figura paterna

Em 06.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS

Olá meninas, ultimamente eu tenho refletido muito sobre a importância de ter a presença e a figura paterna na criação das crianças, sei que é um assunto que já é discutido há muito tempo e ainda falta muito para se entender.

Tive uma infância muito tranquila e meu pai ainda é o meu herói. Imagino como pode ser traumático não ter a figura paterna durante a infância e ao longo da vida. Meu pai desenvolveu o papel de pai, foi sempre presente, um paizão, companheiro da minha mãe, trabalhava muito e não ia com freqüência nas festinhas na escola, mas sempre que podia participava e nos recompensava com muito amor e cuidado.

Atualmente eu vejo que a maioria dos pais vivem uma vida corrida e suas maiores preocupações são as questões financeiras e assim vamos em direção a uma geração que cresce rodeada por tudo que o dinheiro pode comprar e sem o essencial para uma vida equilibrada na vida adulta: O amor e cuidado dos seus pais.

O pai traz segurança e é ele nosso primeiro herói, aquele que sustenta a casa, que cuida da mãe, dos filhos, que pega no colo, que arruma o carro, que troca a lampada. O pai é aquele que brinca de correr, que solta pipa, que ensina a andar de bicicleta.

Estava lendo um artigo muito bom no site da USP e quero compartilhar alguns trechos que são relacionados a importância que esses “heróis” tem para as crianças.

 

Segue:

O pai (a figura paterna de modo geral) traz uma contribuição vital para o desenvolvimento das crianças. O que o pai pode oferecer a seus filhos é diferente do que a mãe oferece, mas para a criança a importância é a mesma. As diferenças entre homens e mulheres no que diz respeito a seus papéis de pais e mães não estão explicitamente delineadas – cada família precisa descobrir de sua própria maneira. O pai também é importante porque ele é o suporte de sua parceira. Os pais oferecem um modelo de relação que as crianças imitam. Portanto, o sucesso ou as dificuldades nos futuros relacionamentos delas são em boa parte frutos dessa enorme influência da maneira pela qual os pais se comportaram. Isto não significa que os pais precisam ser perfeitos. Mas é importante para as crianças ter essa referência de pais trabalhando juntos para vencer as dificuldades que todas as famílias enfrentam. Para todo homem, tornar-se pai é um enorme passo. Até que se torne realidade, ninguém sabe o que isto realmente será para cada um. É claro que os comportamentos podem ser os mais diversos e não pretendemos estabelecer regras sobre como se tornar um pai. O importante é interessar-se pela criança, apreciar a sua companhia e seguir as suas próprias intuições. A principal mensagem é:

  • quando e como os pais começam a participar pode fazer uma enorme diferença na vida de seus filhos;
  • deixar de participar pode significar uma perda de oportunidade, do prazer e da recompensa de um relacionamento tanto para os filhos quanto para o pai.

Preparando-se para ser pai

O pai precisa de tanto preparo no ajuste a seu novo papel quanto a mãe. Portanto, ele precisa participar plenamente dos preparativos para a chegada do novo bebê. O tempo despendido na preparação para se tornar pai pode significar toda a diferença na qualidade de seu envolvimento no momento em que o bebê chega. Preparação física e emocional para a chegada do bebê são muito importantes, e o mesmo se dá para se tornar um pai adotivo. O nascimento e os filhos são freqüentemente encarados como parte do mundo feminino, e muitas vezes os homens se sentem excluídos. Inconscientemente podem sentir ciúmes pela atenção que a parceira grávida recebe. Podem reagir isolando-se em seus próprios projetos. Estar presente no momento do nascimento pode ser muito valioso para o relacionamento do pai com a sua parceira e com o bebê. Alguns homens podem se sentir incomodados ou constrangidos com a ideia de participar de aulas de pré-natal. Mas tanto o impacto físico como o impacto emocional do nascimento serão menos estressantes se os pais estiverem preparados para a experiência. Nem sempre é fácil para o pai participar com todo o envolvimento necessário, porque as instituições de saúde às vezes também não atendem a necessidade dele. Aulas de pré-natal, por exemplo, podem ocorrer durante o dia, e os empregadores não serem solidários com o fato.

Que tipo de pai você vai ser?

São muitas as experiências que afetam o comportamento dos pais. Nosso comportamento como pais é bastante influenciado pela maneira como fomos educados, que deixa raízes profundas. Nem sempre estamos cientes das razões pelas quais nos comportamos ou reagimos de determinada maneira. Alguns pais, por exemplo, podem achar muito difícil lidar com a raiva de seus filhos se nunca conseguiram ter raiva de seus próprios pais. Pais de primeira viagem podem se dedicar excessivamente ao trabalho, sem entender que estão usando isso como refúgio para escapar das pressões em casa. Podem, no futuro, lamentar esse comportamento. Uma das coisas mais importantes para uma criança nesses primeiros estágios é a maneira como os pais estão se entendendo. É triste ver famílias se desagregarem quando os filhos ainda são muito pequenos. O melhor início que pais e mães podem propiciar para seus filhos é o desenvolvimento de uma atmosfera feliz em casa. E conseguir isto significa estabelecer antecipadamente acordos entre o casal sobre as maneiras de agir. Isto se aplica a todo tipo de questão – como cuidar do bebê, trocar fraldas ou sobre dormir na cama dos pais. As crianças, incluindo os bebês, são muito sensíveis à atmosfera emocional que as circunda. Se as coisas estiverem estremecidas entre os pais – talvez por questões financeiras ou outro tipo de estresse que não apenas seu próprio relacionamento –, as crianças sentirão. Isto pode manifestar-se diretamente ou por outros caminhos, como dificuldades para dormir, cacoetes ou outros problemas de comportamento. Às vezes é difícil para nós entendermos ou lidarmos com o que está ocorrendo, e precisamos de auxílio externo. .

Os primeiros dias

O pai muitas vezes subestima as mudanças que uma criança ocasiona em uma família. Alguns homens podem tentar seguir como se nada tivesse mudado. Mas depois que o bebê chega, a maioria dos pais descobre que as horas de sono diminuem, o dinheiro diminui e o sexo diminui! Pode levar algum tempo até que você, pai, se aproxime realmente de seu bebê. Os pais precisam passar um bom tempo com sua nova família, e para isto devem tentar conseguir se libertar um pouco mais do trabalho quando nasce um novo bebê. Recentemente tornou-se um fato estudado que os pais podem sofrer, tanto quanto as mães, de depressão pós parto, embora com frequência este fato passe desapercebido. Na verdade, em certos aspectos o nascimento de um novo bebê pode ser até mais opressivo para o pai do que para a mãe. Todos esperam que a mãe se ocupe do bebê, enquanto o pai pode ficar se sentindo inútil e redundante, principalmente se não participar dos cuidados com o seu filho. É uma situação que pode ficar mais difícil se o pai estiver desempregado e achar que não consegue preencher o tradicional papel de provedor. É importante encontrar alguém com quem conversar se você achar difícil lidar com essa nova situação. O pai pode conseguir dizer para a sua parceira como está se sentindo, mas é mais fácil conversar com alguém de fora da família. O seu médico, psicólogo ou assistente social podem ajudar, ou ainda um amigo ou parente que também é pai poderá oferecer apoio.

Cuidando do bebê

A maneira pela qual o pai escolhe participar nos cuidados com o filho ou filha não importa – desde que ele realmente participe. Enquanto alguns homens dificilmente participam dos cuidados com a criança, outros se esforçam tanto na tentativa de serem bons pais que começam a competir com a mãe para ver quem é melhor cuidador. Eles podem participar dos cuidados com o bebê e das tarefas domésticas de tal modo que a mãe começa a se sentir um tanto excluída. É importante que o pai tente encontrar um equilíbrio, de modo que participe ajudando e apoiando sem minar as atividades da mãe ou assumir toda responsabilidade sozinho. Ninguém acha que é uma tarefa fácil, principalmente quando você e sua parceira encontram se, muito provavelmente, sensíveis e cansados.

O pai e sua parceira

O pai possui um papel fundamental como parceiro – pelo bem estar das crianças, de sua parceira e seu próprio. Na verdade, quem faz o quê na família não tem tanta importância. Por exemplo, ao discutir as tarefas de cada parceiro na casa, o que importa mais para os pais resolver é um arranjo que seja satisfatório para os dois. E os casais só conseguem isto se ambos mantiverem em mente a importância de seu relacionamento. O pai tem um papel importante a desempenhar, assegurando que o casal irá continuar a manter um relacionamento independente dos filhos. É muito fácil envolver-se tanto com a empolgação de um novo bebê como com o novo papel de pai, e o relacionamento do casal pode ser negligenciado. A percepção da criança sobre o relacionamento de seus pais é vital, e irá beneficiá-la se ela sentir que seus pais possuem vida própria. Isto significa que o pai tem que tomar o cuidado de continuar conversando com sua parceira. Uma das queixas mais comuns feitas pelas mulheres a respeito de seus parceiros é a de que eles não falam de seus sentimentos. Isto pode dizer algo a respeito da maneira como criamos nossos meninos, e pode ser difícil de ser mudado – mas é importante tentar. Assim é mais provável que um casal consiga resolver os problemas que aparecerem.

Os pais e seus filhos

Não existe um modo “certo” dos homens comportarem se em relação a seus filhos. Expressões de carinho são tão importantes quanto as brincadeiras. O que importa é que o pai sinta prazer e demonstre interesse no desenvolvimento de um relacionamento com a criança. Os pais com frequência comportam-se de maneira bem diferente com os filhos, quando comparados às mães:

• podem apreciar brincadeiras mais “brutas”

• podem falar com os bebês de modo diferente – os bebês sabem reconhecer isto e respondem a este comportamento também de modo diferente.

Mesmo sem ver quem é a pessoa que está falando, pesquisadores conseguem identificar quem está conversando com um bebê apenas pela reação dele. Os bebês se beneficiam de tipos diferentes de atenção. E o pai tem um papel importante a ser desempenhado, tanto com os meninos como com as meninas. As crianças se beneficiam de um relacionamento próximo com os dois genitores, cada um participando com algo que o outro não tem.

Conforme as crianças crescem, o papel do pai continua a ser importante, mas muda:

• Para os meninos – o pai pode representar um modelo. Algumas pesquisas sugerem que a influência do pai tem muito a ver com a futura sociabilidade do filho.

• Para as meninas – um bom relacionamento com o pai pode ter um impacto positivo na sua auto-estima e em seu senso de identidade, principalmente na adolescência.

• Para os adolescentes – o pai tem uma importância muito especial nos anos da adolescência. Ele pode ajudar a estabelecer limites, ou ajudar que os adolescentes se tornem independentes.

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Me contem como é essa experiencia na casa de vocês, como os papais estão executando o papel deles?

Por aqui estamos se adaptando, confesso que para o homem é um processo mais complicado sim, mas com um pouco de amor e paciência tudo se resolve.

 

Bju bju bju

 

Love, J. <3

A experiência da criança no inicio da sua vida escolar!

Em 04.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Meninas este é um trecho originalmente publicado pelo Child Psychoterapy Trust e esta disponíveis em inglês em: www.understandingchildhood.net . Amei o contexto, acho que nesse momento toda informação é muito importante, o Davi começou ir à escolinha e esta em fase de adaptação, mas confesso que sofri muito mais que ele. Por que? Porque desde o primeiro dia de aula ele fica de boa na escola e morre de chorar na hora de ir embora. Eu fico me sentindo a pior mãe do mundo, porque toda criança quer a mãe e o meu filho quer a escola. Espero que ele continue assim, nesse amor pela escolinha. Minha mãe conta que eu era exatamente assim e que amei a escola desde o primeiro momento.

As famílias constroem as bases para uma sensação de segurança. No seu melhor, a família é a base a partir da qual a criança aprende a enfrentar e lidar com as ansiedades da vida.

Além de casa, a escola é o único lugar mais importante na vida da maioria das crianças. Sua experiência escolar desempenhará um papel vital em suas vidas e determinará seu futuro acadêmico, social e, provavelmente, profissional. O primeiro ano é crucial. Uma pesquisa mostra que há uma ligação contínua entre o progresso que as crianças fazem em seu primeiro ano na escola. Por isso é muito importante que esse momento aconteça sem traumas. E que aconteça da maneira mais clara possível.

As escolas continuam com as famílias, tanto na definição de desafios quanto no aprendizado de tarefas – diferentes das aprendidas em casa – para lidar com dificuldades.

Quando começam a escola, a maioria das crianças já teve alguma experiência de uma pré-escola ou creche. Eles já enfrentaram alguns grandes desafios:

  • Saindo de casa com seus familiares e maneiras de se comportar
  • Gerindo por conta própria – sendo independente
  • Encontrar pessoas diferentes, tanto crianças como adultos
  • Aprender novas habilidades e realizar novas tarefas
  • Competindo e comparando-se com os outros.

Todas as mudanças são estressantes e ir à escola pela primeira vez é um grande evento para as crianças, independentemente da sua experiência anterior.

Com o ritmo do ano escolar – períodos passados ​​na escola intercalados com feriados – as crianças têm de se ajustar aos começos e finais, e os sentimentos que estes evocam. Memórias de outras mudanças e perdas podem ser agitados.

  • As horas escolares são mais curtas do que as de alguns viveiros ou centros familiares para que as crianças e os pais possam enfrentar outra convulsão com diferentes arranjos de assistência à infância. Crianças que tiveram um vínculo estreito com seu cuidador podem levar tempo para ajustar e se acostumar com a separação.
  • Algumas crianças podem encontrar a estrutura mais formal e exigência de obediência e concentração demais. Eles podem querer fazer a sua própria coisa e podem se ressentir do que eles podem ver como adultos impor limites à sua liberdade. As crianças da classe da recepção são demasiado novas para pôr muita de sua experiência nas palavras. Eles aprendem a gerenciar situações e dominar suas ansiedades através do jogo. Jogar jogos na escola com os professores estritos, stroppy ou amáveis ​​fornecem crianças com maneiras de pensar sobre suas experiências novas com adultos desconhecidos e tarefas desconhecidas.
    É normal que o comportamento das crianças regresse neste momento. Enquanto eles estão lutando para gerenciar na nova escola, as crianças podem tornar-se mais infantil ou exigente em casa.

Relutância em ir à escola

Muitas crianças estão um pouco relutantes em ir à escola no início. Há tantos ajustes para fazer que ele pode levar algum tempo para se instalar. Mas as crianças que ainda estão relutantes em sair de casa após os primeiros dias podem ter um problema mais sério. Isso poderia ter a ver com dificuldades em relação a outras crianças ou problemas com o trabalho escolar. Uma razão freqüente dada para a recusa escolar é o bullying.

A relutância em ir para a escola também pode refletir a ansiedade de uma criança em sair de casa. As crianças que não fizeram as movimentações usuais para a independência, encontram difícil de ser separadas de sua mãe. Algumas crianças podem não ser capazes de enfrentar a escola porque estão preocupadas com ansiedades sobre o que está acontecendo em casa em sua ausência:

  • Ciúme de sua mãe estar com um novo bebê ou irmão mais novo ou irmã
  • Preocupe-se sobre como uma mãe deprimida está administrando sem elas
  • Ansiedades sobre seus pais.

Se o seu filho está relutante em ir à escola, explore todas as possibilidades e discuta com a escola.

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Gostaria de saber como é a experiencia de vocês com seus filhos e essa fase de adaptação.

Em breve vou contar  sobre algumas brigas do Davi na escolinha e postar algumas fotinhas do Davi estudando, no storie do instagram eu vou postar as lancheiras diárias do DAVI, me acompanhem por la.

Bju bju bju

Love, J.<3

Ciúmes do irmão mais novo! Saiba como ajudar seu filho a superar esse momento!

Em 01.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Olá meninas, o que me dizem sobre ciumes de irmãos?
Por aqui os meninos estão se entendendo, mas o ciume rola solto e o Davi vez ou outra quer brigar com o neném!
Já o neném acha graça de tudo que o irmão faz.
Tenho tendado dividir meu tempo para não deixar o Davi tão enciumado, mas mesmo assim manter os dois juntos sem nenhuma briga é uma missão quase impossível.

Imagem: Internet

Estudos mostram que é natural e normal que o filho mais velho apresente demonstrações de ciúmes, ressentimento, insegurança, raiva e infelicidade como resposta ao nascimento do novo irmãozinho. O que fica por vezes difícil para os pais entenderem é a maneira pela qual esses sentimentos se expressam:

• Algumas crianças tentam machucar o bebê fisicamente, ou dizem para quem quiser ouvir que eles querem que o bebê vá embora.

• Outras podem demonstrar todo o carinho do mundo para o novo irmãozinho, mas ficam agressivas e hostis com a mãe.

• Podem ficar retraídas, passando a chupar o dedo e a molhar a cama.

• Outras, ainda, podem ter um comportamento ótimo em casa, mas cheio de problemas na escola.

Cada criança apresenta algum tipo de dificuldade diferente relacionada ao irmão:
• A criança pode aceitar o novo irmãozinho sem demonstrar ciúme, mas quando o bebê já estiver com nove meses e quiser pegar seus brinquedos, um ressentimento exacerbado pode aflorar.
• Podem surgir problemas no momento em que a criança mais nova começa a se socializar, faz seus próprios amigos e não depende mais tanto de seu irmão mais velho.
• A criança pode parecer mais popular ou bem sucedida na escola do que o irmão mais velho. Irmãos e irmãs podem ser muito unidos em determinados períodos, mas podem surgir ocasiões em suas vidas em que sentimentos de ciúmes tornam – se um peso para eles.

O que os pais podem fazer?

O comportamento desagradável e desrespeitoso está diretamente relacionado ao medo de deixarem de ser
amados. As crianças precisam da reafirmação do amor neste momento, juntamente com regras mostrando o que podem e o que não podem fazer. Com frequência a resposta dos pais a um mau comportamento confirma
o pior sentimento que as crianças têm – o de que foram substituídas pelo novo irmãozinho e deixaram de ser
amadas. A mensagem que você precisa fazer seu filho entender é a de que ele não é “mau” por sentir-se assim, que você compreende que ele está passando por um momento difícil e que os sentimentos que ele tem fazem com que
se sinta ainda pior. Não importa quão exigente e cansativo este período venha a ser, lembre-se de que você é a mãe (ou pai) e que está em suas mãos a capacidade de quebrar este ciclo. Console-se com o fato de que seu filho confia
tanto no seu amor a ponto de testá-lo até o limite e mostrar para você toda a confusão pela qual está passando. Embora com frequência seja difícil para você administrar essa situação com seu filho e o novo bebê, seu amor incondicional concede a ele uma posição segura para que possa expressar o que sente.

Algumas dicas práticas
• Tente evitar muitas mudanças ao mesmo tempo. Mudar de casa ou iniciar um novo grupo de amiguinhos, por exemplo, são atividades que deveriam ser o mais possível postergadas.
• Não deixe de estimular e mostrar seu apreço por qualquer ajuda ou gesto de amor do seu filho para com o novo bebê, e ignore comportamentos negativos e infantis quando for possível.
• Passe tarefas pequenas e leves para seu filho, para motivar seu relacionamento com o bebê. Não force se a resposta for negativa, mas mostre todo o seu apreço por cada ajuda que receber.
• Procure passar algum tempo só com o seu filho mais velho, sem a presença do bebê, em algum lugar onde possam ler ou brincar só os dois.
• Seja firme com relação a comportamentos negativos, mas sem fazer seu filho sentir-se culpado. Mostre
que o errado é o comportamento, e não ele próprio.
• Tome o cuidado de não cair no hábito de pensar em comportamento “bom” ou “mau” e em crianças “boas” ou “más” na família. Certos mitos são difíceis de serem abandonados.
• Cuidado com sinais de retraimento ou depressão. Compartilhe suapreocupação com o pessoal da escola. Uma criança com dificuldade em demonstrar sentimentos intensos com relação ao seu irmãozinho pode
escondê-los profundamente e precisar de ajuda para poder falar a respeito com alguém que não seja da família.

Créditos: Laboratório de Estudos da Família, Relações de Gênero e Sexualidade do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo

E é isso meninas, estou postando nossa rotina no instagram e vou falar mais sobre ciumes entre os meninos por lá!!!

 

Bju bju bju

 

Love, J.<3

Retorno ao trabalho!!!

Em 22.02.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE

Oi lindonas do meu coração, desculpem o sumiço, mas estou sem internet há mais de um mês e venho cuidando somente do instagram com meus dados de rede do celular. Já estamos contratando uma nova net e logo logo tudo voltara ao normal, palavra de mãe!

Na verdade hoje vim contar uma novidade muito importante para mim e que eu gostaria de dividir com vocês! Na próxima semana eu estarei retomando minha carreira em uma usina aqui da minha região, estou imensamente grata a Deus que permitiu que tudo acontecesse na hora certa. Quando o Mateus nasceu eu já tinha planos de voltar a trabalhar, mas quis esperar um pouco e no inicio desse ano percebi que estava pronta para começar a  jornada em busca de uma recolocação no mercado de trabalho. Conheci muita gente do bem, muita gente “anjo” e graças aos cuidados de Deus tudo deu certo.

Quando a mãe que sou nasceu, eu me dei conta que nasci para ser mãe, mas sempre deixei claro o meu imenso amor pela minha profissão, foram inúmeros anos estudando e muitos sonhos envolvidos em quase 26 anos entre escola e faculdade. Em algum momento eu cheguei pensar em deixar tudo para ser somente mãe, mas os dias me mostraram o quanto eu seria infeliz se não fizesse o que amava, que eu não perderia o cargo de mãe se continuasse lutando por minha carreira, meus sonhos, meus projetos. Claro que hoje os sonhos e projetos são outros, mas minha realização profissional ainda continua dentro de tudo que almejo para minha vida. Quero que meus filhos tenham orgulho em dizer: Minha mãe é Engenheira, Mãe e Blogueira rs! (Porque escrever, mesmo que eu não escreva tão bem, é algo que também amo.)

Portanto, em breve quero contar como será toda adaptação no trabalho. Meus pais e os pais do meu esposo vão ajudar com os meninos e isso me deixa muito feliz, saber que meus filhos estarão bem amparados enquanto trabalho. Davi começou a estudar para não sobrecarregar os avôs e para começar a se socializar, ele fica muito sozinho, sempre com adultos, nunca tem uma criança para brincar e ate o irmãozinho crescer acredito que a escolinha é o melhor caminho! Preciso de um tempo para contar como esta sendo a adaptação dele, mas já adianto, é punk rs.

Gente tem muito assunto, muita coisa que preciso dividir com vocês, tudo que venho aprendendo com os meninos. Mateus já engatinha, levanta em tudo e come muito. Foi confirmado que o Davi tem alguma alergia, mas não conseguimos identificar o causador. Ainda faremos mais exames, enfim… assunto é o que não falta.

Assim que nossa internet for instalada eu me comprometo a escrever aos sábados um resumo da nossa semana e sempre estou postando sobre nossa rotina diária no instagram, me sigam lá. Eu gosto de interagir com vocês por lá. Depois dos meus expedientes vou continuar com as postagens diárias sobre assuntos relacionados a maternidade.

Quero deixar esse espaço para vocês contarem sobre o que vocês acham sobre o retorno ao trabalho depois dos filhos e como vocês e seus filhos encararam esse momento.

Beijos no coração e até!!!

www.instagram.com/entrefraldaseblush

Love, J. <3

Só Hoje!

Em 16.01.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS

Ao extremo do meu cansaço! Queria ser a mulher maravilha, mas nos últimos dias não consigo acordar cedo, enquanto os meninos dormem, eu durmo.  E se eu acordo as 9:30 já sei que provavelmente irei para cama depois da 00:30 e ainda terei que acordar durante a noite para checar se está tudo ok.

Tento empreender quando eles dormem à tarde, mas tem casa para arruma, roupa para lavar, eu para banhar, brinquedo na casa inteira para guardar, marido que logo logo irá chegar do trabalho.

Tento ser boa esposa, mas estou sempre descabelada, hora cheiro leite, hora cheiro cebola. E às vezes não cheiro nada. Esposo chega não tem lanche na mesa, é um chora daqui, outro grita de lá. Fico brava, a rotina não ajuda, um bebê e uma criança adolescente que está descobrindo o mundo, quer saber o que é isso, e isso, e isso, isso, isso, isso… e é um an, ann? Quer saber tudo, repeti tudo, come a hora que quer, dorme a hora que quer, não quer saber de usar fralda descartável, mas faz xixi na casa toda, não gosta de usar calçado e lavar o cabelo é o inicio de uma guerra mundial por aqui.

Enquanto eu escrevo passa um filme na minha cabeça e me pergunto o que acho de tudo isso, a resposta é obvia: EU AMO. Mas estou muito cansada, meu corpo esta cansado, tenho a aparência de uma mulher de pelo menos 35 anos e ainda não completei 30. Sei que não sou a única e isso me consola, amanha será um novo dia e daqui alguns anos eu sei o quanto sentirei falta dessa correria, então, entendam: HOJE ESTOU CANSADA, não é uma reclamação da minha vida, não quero outra vida. Ninguém disse que seria fácil, cada mãe é única e amamos a existência dos nossos filho.  Portanto, só queria descansar um pouco, compreendo que não é possível agora, mas dividir isso com outras pessoas já alivia um monte!

Imagem The Bump

Love, J. <3

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Sejam bem vindos! Dispensar