Categoria "CONFISSÕES MATERNAS"

3º Seminário Internacional de Mães

Em 07.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Meninaaaas segue um pouquinho sobre o 3º Seminário Internacional de Mães e eu quero que vocês leiam com muito carinho e quem tiver oportunidade de ir, vá! Minhas seguidoras vão ganhar 10% de desconto nas inscrições, então aproveitem para se inscrever e reservar um dia para aprender e dividir experiencias importantes para maternidade!

São Paulo receberá pela primeira vez Seminário Internacional de Mães
Evento, que discute as mudanças da maternidade na vida da mulher, chega em sua terceira edição com público estimado de mil mães.
Na era do conhecimento e da criatividade, a mulher vive um dilema: como buscar um novo estilo de maternidade que a faça se sentir completa? É nesse contexto que o Seminário Internacional de Mães, evento que nasceu em Belo Horizonte (MG) em 2014, surge como um importante espaço para a reflexão feminina.
“Nossa preocupação sempre foi convidar a mãe a repensar a vida dela – e achamos o caminho para isso por meio de palestras com especialistas de primeira linha do Brasil e do mundo. Desde a primeira edição, o Seminário de Mães é um evento transformador, uma vez que falamos sobre quanto a maternidade nos modifica”, explica Ana Paula Menegatti Lara, que é organizadora do evento ao lado de Flávia Fontes.
As duas mães empreendedoras tiveram a ideia de criar o Seminário depois de assistir a um documentário sobre os dilemas da maternidade, que falava, por exemplo, do quanto as mães se sentem culpadas ao saírem mais cedo do trabalho para jantar com os filhos ou quando optam por ficar com as crianças e abrir mão da carreira. “Percebemos que muitas das nossas preocupações também tiravam o sono da maioria das mulheres. Portanto, para conseguir atender tanta gente, um evento pequeno não bastava. Tinha que ser ‘O’ evento materno”, acrescenta Flavia.
E foi! Nas duas primeiras edições, os 800 ingressos à venda esgotaram rapidamente – e aí ficou clara a necessidade de crescer e ir para São Paulo, dessa vez com espaço para receber mil mães de crianças de 0 a 7 anos.

A chegada a São Paulo é um marco importante na história do Seminário. Este ano, o evento conta apoio de dois realizadores: a rede de influenciadoras maternas TopMothers, que tem a maior audiência do segmento parenting do país, e a revista Canguru, publicação gratuita sobre primeira infância que é distribuída por escolas particulares de educação infantil. A escolha dos temas foi cuidadosa e os palestrantes irão abordar questões como o dever da mãe de cuidar da própria saúde, o desenvolvimento infantil, controle das finanças e a participação dos pais na criação dos filhos. A lista de especialistas tem nomes como:

 

 

Meninas vocês não podem perder, eu já fiz minha inscrição e não perco esse evento por nadaaaa!!!

 

Bju bju bju

 

Love, J.<3

O papel do Pai e a importância da figura paterna

Em 06.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS

Olá meninas, ultimamente eu tenho refletido muito sobre a importância de ter a presença e a figura paterna na criação das crianças, sei que é um assunto que já é discutido há muito tempo e ainda falta muito para se entender.

Tive uma infância muito tranquila e meu pai ainda é o meu herói. Imagino como pode ser traumático não ter a figura paterna durante a infância e ao longo da vida. Meu pai desenvolveu o papel de pai, foi sempre presente, um paizão, companheiro da minha mãe, trabalhava muito e não ia com freqüência nas festinhas na escola, mas sempre que podia participava e nos recompensava com muito amor e cuidado.

Atualmente eu vejo que a maioria dos pais vivem uma vida corrida e suas maiores preocupações são as questões financeiras e assim vamos em direção a uma geração que cresce rodeada por tudo que o dinheiro pode comprar e sem o essencial para uma vida equilibrada na vida adulta: O amor e cuidado dos seus pais.

O pai traz segurança e é ele nosso primeiro herói, aquele que sustenta a casa, que cuida da mãe, dos filhos, que pega no colo, que arruma o carro, que troca a lampada. O pai é aquele que brinca de correr, que solta pipa, que ensina a andar de bicicleta.

Estava lendo um artigo muito bom no site da USP e quero compartilhar alguns trechos que são relacionados a importância que esses “heróis” tem para as crianças.

 

Segue:

O pai (a figura paterna de modo geral) traz uma contribuição vital para o desenvolvimento das crianças. O que o pai pode oferecer a seus filhos é diferente do que a mãe oferece, mas para a criança a importância é a mesma. As diferenças entre homens e mulheres no que diz respeito a seus papéis de pais e mães não estão explicitamente delineadas – cada família precisa descobrir de sua própria maneira. O pai também é importante porque ele é o suporte de sua parceira. Os pais oferecem um modelo de relação que as crianças imitam. Portanto, o sucesso ou as dificuldades nos futuros relacionamentos delas são em boa parte frutos dessa enorme influência da maneira pela qual os pais se comportaram. Isto não significa que os pais precisam ser perfeitos. Mas é importante para as crianças ter essa referência de pais trabalhando juntos para vencer as dificuldades que todas as famílias enfrentam. Para todo homem, tornar-se pai é um enorme passo. Até que se torne realidade, ninguém sabe o que isto realmente será para cada um. É claro que os comportamentos podem ser os mais diversos e não pretendemos estabelecer regras sobre como se tornar um pai. O importante é interessar-se pela criança, apreciar a sua companhia e seguir as suas próprias intuições. A principal mensagem é:

  • quando e como os pais começam a participar pode fazer uma enorme diferença na vida de seus filhos;
  • deixar de participar pode significar uma perda de oportunidade, do prazer e da recompensa de um relacionamento tanto para os filhos quanto para o pai.

Preparando-se para ser pai

O pai precisa de tanto preparo no ajuste a seu novo papel quanto a mãe. Portanto, ele precisa participar plenamente dos preparativos para a chegada do novo bebê. O tempo despendido na preparação para se tornar pai pode significar toda a diferença na qualidade de seu envolvimento no momento em que o bebê chega. Preparação física e emocional para a chegada do bebê são muito importantes, e o mesmo se dá para se tornar um pai adotivo. O nascimento e os filhos são freqüentemente encarados como parte do mundo feminino, e muitas vezes os homens se sentem excluídos. Inconscientemente podem sentir ciúmes pela atenção que a parceira grávida recebe. Podem reagir isolando-se em seus próprios projetos. Estar presente no momento do nascimento pode ser muito valioso para o relacionamento do pai com a sua parceira e com o bebê. Alguns homens podem se sentir incomodados ou constrangidos com a ideia de participar de aulas de pré-natal. Mas tanto o impacto físico como o impacto emocional do nascimento serão menos estressantes se os pais estiverem preparados para a experiência. Nem sempre é fácil para o pai participar com todo o envolvimento necessário, porque as instituições de saúde às vezes também não atendem a necessidade dele. Aulas de pré-natal, por exemplo, podem ocorrer durante o dia, e os empregadores não serem solidários com o fato.

Que tipo de pai você vai ser?

São muitas as experiências que afetam o comportamento dos pais. Nosso comportamento como pais é bastante influenciado pela maneira como fomos educados, que deixa raízes profundas. Nem sempre estamos cientes das razões pelas quais nos comportamos ou reagimos de determinada maneira. Alguns pais, por exemplo, podem achar muito difícil lidar com a raiva de seus filhos se nunca conseguiram ter raiva de seus próprios pais. Pais de primeira viagem podem se dedicar excessivamente ao trabalho, sem entender que estão usando isso como refúgio para escapar das pressões em casa. Podem, no futuro, lamentar esse comportamento. Uma das coisas mais importantes para uma criança nesses primeiros estágios é a maneira como os pais estão se entendendo. É triste ver famílias se desagregarem quando os filhos ainda são muito pequenos. O melhor início que pais e mães podem propiciar para seus filhos é o desenvolvimento de uma atmosfera feliz em casa. E conseguir isto significa estabelecer antecipadamente acordos entre o casal sobre as maneiras de agir. Isto se aplica a todo tipo de questão – como cuidar do bebê, trocar fraldas ou sobre dormir na cama dos pais. As crianças, incluindo os bebês, são muito sensíveis à atmosfera emocional que as circunda. Se as coisas estiverem estremecidas entre os pais – talvez por questões financeiras ou outro tipo de estresse que não apenas seu próprio relacionamento –, as crianças sentirão. Isto pode manifestar-se diretamente ou por outros caminhos, como dificuldades para dormir, cacoetes ou outros problemas de comportamento. Às vezes é difícil para nós entendermos ou lidarmos com o que está ocorrendo, e precisamos de auxílio externo. .

Os primeiros dias

O pai muitas vezes subestima as mudanças que uma criança ocasiona em uma família. Alguns homens podem tentar seguir como se nada tivesse mudado. Mas depois que o bebê chega, a maioria dos pais descobre que as horas de sono diminuem, o dinheiro diminui e o sexo diminui! Pode levar algum tempo até que você, pai, se aproxime realmente de seu bebê. Os pais precisam passar um bom tempo com sua nova família, e para isto devem tentar conseguir se libertar um pouco mais do trabalho quando nasce um novo bebê. Recentemente tornou-se um fato estudado que os pais podem sofrer, tanto quanto as mães, de depressão pós parto, embora com frequência este fato passe desapercebido. Na verdade, em certos aspectos o nascimento de um novo bebê pode ser até mais opressivo para o pai do que para a mãe. Todos esperam que a mãe se ocupe do bebê, enquanto o pai pode ficar se sentindo inútil e redundante, principalmente se não participar dos cuidados com o seu filho. É uma situação que pode ficar mais difícil se o pai estiver desempregado e achar que não consegue preencher o tradicional papel de provedor. É importante encontrar alguém com quem conversar se você achar difícil lidar com essa nova situação. O pai pode conseguir dizer para a sua parceira como está se sentindo, mas é mais fácil conversar com alguém de fora da família. O seu médico, psicólogo ou assistente social podem ajudar, ou ainda um amigo ou parente que também é pai poderá oferecer apoio.

Cuidando do bebê

A maneira pela qual o pai escolhe participar nos cuidados com o filho ou filha não importa – desde que ele realmente participe. Enquanto alguns homens dificilmente participam dos cuidados com a criança, outros se esforçam tanto na tentativa de serem bons pais que começam a competir com a mãe para ver quem é melhor cuidador. Eles podem participar dos cuidados com o bebê e das tarefas domésticas de tal modo que a mãe começa a se sentir um tanto excluída. É importante que o pai tente encontrar um equilíbrio, de modo que participe ajudando e apoiando sem minar as atividades da mãe ou assumir toda responsabilidade sozinho. Ninguém acha que é uma tarefa fácil, principalmente quando você e sua parceira encontram se, muito provavelmente, sensíveis e cansados.

O pai e sua parceira

O pai possui um papel fundamental como parceiro – pelo bem estar das crianças, de sua parceira e seu próprio. Na verdade, quem faz o quê na família não tem tanta importância. Por exemplo, ao discutir as tarefas de cada parceiro na casa, o que importa mais para os pais resolver é um arranjo que seja satisfatório para os dois. E os casais só conseguem isto se ambos mantiverem em mente a importância de seu relacionamento. O pai tem um papel importante a desempenhar, assegurando que o casal irá continuar a manter um relacionamento independente dos filhos. É muito fácil envolver-se tanto com a empolgação de um novo bebê como com o novo papel de pai, e o relacionamento do casal pode ser negligenciado. A percepção da criança sobre o relacionamento de seus pais é vital, e irá beneficiá-la se ela sentir que seus pais possuem vida própria. Isto significa que o pai tem que tomar o cuidado de continuar conversando com sua parceira. Uma das queixas mais comuns feitas pelas mulheres a respeito de seus parceiros é a de que eles não falam de seus sentimentos. Isto pode dizer algo a respeito da maneira como criamos nossos meninos, e pode ser difícil de ser mudado – mas é importante tentar. Assim é mais provável que um casal consiga resolver os problemas que aparecerem.

Os pais e seus filhos

Não existe um modo “certo” dos homens comportarem se em relação a seus filhos. Expressões de carinho são tão importantes quanto as brincadeiras. O que importa é que o pai sinta prazer e demonstre interesse no desenvolvimento de um relacionamento com a criança. Os pais com frequência comportam-se de maneira bem diferente com os filhos, quando comparados às mães:

• podem apreciar brincadeiras mais “brutas”

• podem falar com os bebês de modo diferente – os bebês sabem reconhecer isto e respondem a este comportamento também de modo diferente.

Mesmo sem ver quem é a pessoa que está falando, pesquisadores conseguem identificar quem está conversando com um bebê apenas pela reação dele. Os bebês se beneficiam de tipos diferentes de atenção. E o pai tem um papel importante a ser desempenhado, tanto com os meninos como com as meninas. As crianças se beneficiam de um relacionamento próximo com os dois genitores, cada um participando com algo que o outro não tem.

Conforme as crianças crescem, o papel do pai continua a ser importante, mas muda:

• Para os meninos – o pai pode representar um modelo. Algumas pesquisas sugerem que a influência do pai tem muito a ver com a futura sociabilidade do filho.

• Para as meninas – um bom relacionamento com o pai pode ter um impacto positivo na sua auto-estima e em seu senso de identidade, principalmente na adolescência.

• Para os adolescentes – o pai tem uma importância muito especial nos anos da adolescência. Ele pode ajudar a estabelecer limites, ou ajudar que os adolescentes se tornem independentes.

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Me contem como é essa experiencia na casa de vocês, como os papais estão executando o papel deles?

Por aqui estamos se adaptando, confesso que para o homem é um processo mais complicado sim, mas com um pouco de amor e paciência tudo se resolve.

 

Bju bju bju

 

Love, J. <3

A experiência da criança no inicio da sua vida escolar!

Em 04.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Meninas este é um trecho originalmente publicado pelo Child Psychoterapy Trust e esta disponíveis em inglês em: www.understandingchildhood.net . Amei o contexto, acho que nesse momento toda informação é muito importante, o Davi começou ir à escolinha e esta em fase de adaptação, mas confesso que sofri muito mais que ele. Por que? Porque desde o primeiro dia de aula ele fica de boa na escola e morre de chorar na hora de ir embora. Eu fico me sentindo a pior mãe do mundo, porque toda criança quer a mãe e o meu filho quer a escola. Espero que ele continue assim, nesse amor pela escolinha. Minha mãe conta que eu era exatamente assim e que amei a escola desde o primeiro momento.

As famílias constroem as bases para uma sensação de segurança. No seu melhor, a família é a base a partir da qual a criança aprende a enfrentar e lidar com as ansiedades da vida.

Além de casa, a escola é o único lugar mais importante na vida da maioria das crianças. Sua experiência escolar desempenhará um papel vital em suas vidas e determinará seu futuro acadêmico, social e, provavelmente, profissional. O primeiro ano é crucial. Uma pesquisa mostra que há uma ligação contínua entre o progresso que as crianças fazem em seu primeiro ano na escola. Por isso é muito importante que esse momento aconteça sem traumas. E que aconteça da maneira mais clara possível.

As escolas continuam com as famílias, tanto na definição de desafios quanto no aprendizado de tarefas – diferentes das aprendidas em casa – para lidar com dificuldades.

Quando começam a escola, a maioria das crianças já teve alguma experiência de uma pré-escola ou creche. Eles já enfrentaram alguns grandes desafios:

  • Saindo de casa com seus familiares e maneiras de se comportar
  • Gerindo por conta própria – sendo independente
  • Encontrar pessoas diferentes, tanto crianças como adultos
  • Aprender novas habilidades e realizar novas tarefas
  • Competindo e comparando-se com os outros.

Todas as mudanças são estressantes e ir à escola pela primeira vez é um grande evento para as crianças, independentemente da sua experiência anterior.

Com o ritmo do ano escolar – períodos passados ​​na escola intercalados com feriados – as crianças têm de se ajustar aos começos e finais, e os sentimentos que estes evocam. Memórias de outras mudanças e perdas podem ser agitados.

  • As horas escolares são mais curtas do que as de alguns viveiros ou centros familiares para que as crianças e os pais possam enfrentar outra convulsão com diferentes arranjos de assistência à infância. Crianças que tiveram um vínculo estreito com seu cuidador podem levar tempo para ajustar e se acostumar com a separação.
  • Algumas crianças podem encontrar a estrutura mais formal e exigência de obediência e concentração demais. Eles podem querer fazer a sua própria coisa e podem se ressentir do que eles podem ver como adultos impor limites à sua liberdade. As crianças da classe da recepção são demasiado novas para pôr muita de sua experiência nas palavras. Eles aprendem a gerenciar situações e dominar suas ansiedades através do jogo. Jogar jogos na escola com os professores estritos, stroppy ou amáveis ​​fornecem crianças com maneiras de pensar sobre suas experiências novas com adultos desconhecidos e tarefas desconhecidas.
    É normal que o comportamento das crianças regresse neste momento. Enquanto eles estão lutando para gerenciar na nova escola, as crianças podem tornar-se mais infantil ou exigente em casa.

Relutância em ir à escola

Muitas crianças estão um pouco relutantes em ir à escola no início. Há tantos ajustes para fazer que ele pode levar algum tempo para se instalar. Mas as crianças que ainda estão relutantes em sair de casa após os primeiros dias podem ter um problema mais sério. Isso poderia ter a ver com dificuldades em relação a outras crianças ou problemas com o trabalho escolar. Uma razão freqüente dada para a recusa escolar é o bullying.

A relutância em ir para a escola também pode refletir a ansiedade de uma criança em sair de casa. As crianças que não fizeram as movimentações usuais para a independência, encontram difícil de ser separadas de sua mãe. Algumas crianças podem não ser capazes de enfrentar a escola porque estão preocupadas com ansiedades sobre o que está acontecendo em casa em sua ausência:

  • Ciúme de sua mãe estar com um novo bebê ou irmão mais novo ou irmã
  • Preocupe-se sobre como uma mãe deprimida está administrando sem elas
  • Ansiedades sobre seus pais.

Se o seu filho está relutante em ir à escola, explore todas as possibilidades e discuta com a escola.

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Gostaria de saber como é a experiencia de vocês com seus filhos e essa fase de adaptação.

Em breve vou contar  sobre algumas brigas do Davi na escolinha e postar algumas fotinhas do Davi estudando, no storie do instagram eu vou postar as lancheiras diárias do DAVI, me acompanhem por la.

Bju bju bju

Love, J.<3

Ciúmes do irmão mais novo! Saiba como ajudar seu filho a superar esse momento!

Em 01.03.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, CRIANÇAS, MATERNIDADE

Olá meninas, o que me dizem sobre ciumes de irmãos?
Por aqui os meninos estão se entendendo, mas o ciume rola solto e o Davi vez ou outra quer brigar com o neném!
Já o neném acha graça de tudo que o irmão faz.
Tenho tendado dividir meu tempo para não deixar o Davi tão enciumado, mas mesmo assim manter os dois juntos sem nenhuma briga é uma missão quase impossível.

Imagem: Internet

Estudos mostram que é natural e normal que o filho mais velho apresente demonstrações de ciúmes, ressentimento, insegurança, raiva e infelicidade como resposta ao nascimento do novo irmãozinho. O que fica por vezes difícil para os pais entenderem é a maneira pela qual esses sentimentos se expressam:

• Algumas crianças tentam machucar o bebê fisicamente, ou dizem para quem quiser ouvir que eles querem que o bebê vá embora.

• Outras podem demonstrar todo o carinho do mundo para o novo irmãozinho, mas ficam agressivas e hostis com a mãe.

• Podem ficar retraídas, passando a chupar o dedo e a molhar a cama.

• Outras, ainda, podem ter um comportamento ótimo em casa, mas cheio de problemas na escola.

Cada criança apresenta algum tipo de dificuldade diferente relacionada ao irmão:
• A criança pode aceitar o novo irmãozinho sem demonstrar ciúme, mas quando o bebê já estiver com nove meses e quiser pegar seus brinquedos, um ressentimento exacerbado pode aflorar.
• Podem surgir problemas no momento em que a criança mais nova começa a se socializar, faz seus próprios amigos e não depende mais tanto de seu irmão mais velho.
• A criança pode parecer mais popular ou bem sucedida na escola do que o irmão mais velho. Irmãos e irmãs podem ser muito unidos em determinados períodos, mas podem surgir ocasiões em suas vidas em que sentimentos de ciúmes tornam – se um peso para eles.

O que os pais podem fazer?

O comportamento desagradável e desrespeitoso está diretamente relacionado ao medo de deixarem de ser
amados. As crianças precisam da reafirmação do amor neste momento, juntamente com regras mostrando o que podem e o que não podem fazer. Com frequência a resposta dos pais a um mau comportamento confirma
o pior sentimento que as crianças têm – o de que foram substituídas pelo novo irmãozinho e deixaram de ser
amadas. A mensagem que você precisa fazer seu filho entender é a de que ele não é “mau” por sentir-se assim, que você compreende que ele está passando por um momento difícil e que os sentimentos que ele tem fazem com que
se sinta ainda pior. Não importa quão exigente e cansativo este período venha a ser, lembre-se de que você é a mãe (ou pai) e que está em suas mãos a capacidade de quebrar este ciclo. Console-se com o fato de que seu filho confia
tanto no seu amor a ponto de testá-lo até o limite e mostrar para você toda a confusão pela qual está passando. Embora com frequência seja difícil para você administrar essa situação com seu filho e o novo bebê, seu amor incondicional concede a ele uma posição segura para que possa expressar o que sente.

Algumas dicas práticas
• Tente evitar muitas mudanças ao mesmo tempo. Mudar de casa ou iniciar um novo grupo de amiguinhos, por exemplo, são atividades que deveriam ser o mais possível postergadas.
• Não deixe de estimular e mostrar seu apreço por qualquer ajuda ou gesto de amor do seu filho para com o novo bebê, e ignore comportamentos negativos e infantis quando for possível.
• Passe tarefas pequenas e leves para seu filho, para motivar seu relacionamento com o bebê. Não force se a resposta for negativa, mas mostre todo o seu apreço por cada ajuda que receber.
• Procure passar algum tempo só com o seu filho mais velho, sem a presença do bebê, em algum lugar onde possam ler ou brincar só os dois.
• Seja firme com relação a comportamentos negativos, mas sem fazer seu filho sentir-se culpado. Mostre
que o errado é o comportamento, e não ele próprio.
• Tome o cuidado de não cair no hábito de pensar em comportamento “bom” ou “mau” e em crianças “boas” ou “más” na família. Certos mitos são difíceis de serem abandonados.
• Cuidado com sinais de retraimento ou depressão. Compartilhe suapreocupação com o pessoal da escola. Uma criança com dificuldade em demonstrar sentimentos intensos com relação ao seu irmãozinho pode
escondê-los profundamente e precisar de ajuda para poder falar a respeito com alguém que não seja da família.

Créditos: Laboratório de Estudos da Família, Relações de Gênero e Sexualidade do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo

E é isso meninas, estou postando nossa rotina no instagram e vou falar mais sobre ciumes entre os meninos por lá!!!

 

Bju bju bju

 

Love, J.<3

Retorno ao trabalho!!!

Em 22.02.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE

Oi lindonas do meu coração, desculpem o sumiço, mas estou sem internet há mais de um mês e venho cuidando somente do instagram com meus dados de rede do celular. Já estamos contratando uma nova net e logo logo tudo voltara ao normal, palavra de mãe!

Na verdade hoje vim contar uma novidade muito importante para mim e que eu gostaria de dividir com vocês! Na próxima semana eu estarei retomando minha carreira em uma usina aqui da minha região, estou imensamente grata a Deus que permitiu que tudo acontecesse na hora certa. Quando o Mateus nasceu eu já tinha planos de voltar a trabalhar, mas quis esperar um pouco e no inicio desse ano percebi que estava pronta para começar a  jornada em busca de uma recolocação no mercado de trabalho. Conheci muita gente do bem, muita gente “anjo” e graças aos cuidados de Deus tudo deu certo.

Quando a mãe que sou nasceu, eu me dei conta que nasci para ser mãe, mas sempre deixei claro o meu imenso amor pela minha profissão, foram inúmeros anos estudando e muitos sonhos envolvidos em quase 26 anos entre escola e faculdade. Em algum momento eu cheguei pensar em deixar tudo para ser somente mãe, mas os dias me mostraram o quanto eu seria infeliz se não fizesse o que amava, que eu não perderia o cargo de mãe se continuasse lutando por minha carreira, meus sonhos, meus projetos. Claro que hoje os sonhos e projetos são outros, mas minha realização profissional ainda continua dentro de tudo que almejo para minha vida. Quero que meus filhos tenham orgulho em dizer: Minha mãe é Engenheira, Mãe e Blogueira rs! (Porque escrever, mesmo que eu não escreva tão bem, é algo que também amo.)

Portanto, em breve quero contar como será toda adaptação no trabalho. Meus pais e os pais do meu esposo vão ajudar com os meninos e isso me deixa muito feliz, saber que meus filhos estarão bem amparados enquanto trabalho. Davi começou a estudar para não sobrecarregar os avôs e para começar a se socializar, ele fica muito sozinho, sempre com adultos, nunca tem uma criança para brincar e ate o irmãozinho crescer acredito que a escolinha é o melhor caminho! Preciso de um tempo para contar como esta sendo a adaptação dele, mas já adianto, é punk rs.

Gente tem muito assunto, muita coisa que preciso dividir com vocês, tudo que venho aprendendo com os meninos. Mateus já engatinha, levanta em tudo e come muito. Foi confirmado que o Davi tem alguma alergia, mas não conseguimos identificar o causador. Ainda faremos mais exames, enfim… assunto é o que não falta.

Assim que nossa internet for instalada eu me comprometo a escrever aos sábados um resumo da nossa semana e sempre estou postando sobre nossa rotina diária no instagram, me sigam lá. Eu gosto de interagir com vocês por lá. Depois dos meus expedientes vou continuar com as postagens diárias sobre assuntos relacionados a maternidade.

Quero deixar esse espaço para vocês contarem sobre o que vocês acham sobre o retorno ao trabalho depois dos filhos e como vocês e seus filhos encararam esse momento.

Beijos no coração e até!!!

www.instagram.com/entrefraldaseblush

Love, J. <3

Só Hoje!

Em 16.01.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS

Ao extremo do meu cansaço! Queria ser a mulher maravilha, mas nos últimos dias não consigo acordar cedo, enquanto os meninos dormem, eu durmo.  E se eu acordo as 9:30 já sei que provavelmente irei para cama depois da 00:30 e ainda terei que acordar durante a noite para checar se está tudo ok.

Tento empreender quando eles dormem à tarde, mas tem casa para arruma, roupa para lavar, eu para banhar, brinquedo na casa inteira para guardar, marido que logo logo irá chegar do trabalho.

Tento ser boa esposa, mas estou sempre descabelada, hora cheiro leite, hora cheiro cebola. E às vezes não cheiro nada. Esposo chega não tem lanche na mesa, é um chora daqui, outro grita de lá. Fico brava, a rotina não ajuda, um bebê e uma criança adolescente que está descobrindo o mundo, quer saber o que é isso, e isso, e isso, isso, isso, isso… e é um an, ann? Quer saber tudo, repeti tudo, come a hora que quer, dorme a hora que quer, não quer saber de usar fralda descartável, mas faz xixi na casa toda, não gosta de usar calçado e lavar o cabelo é o inicio de uma guerra mundial por aqui.

Enquanto eu escrevo passa um filme na minha cabeça e me pergunto o que acho de tudo isso, a resposta é obvia: EU AMO. Mas estou muito cansada, meu corpo esta cansado, tenho a aparência de uma mulher de pelo menos 35 anos e ainda não completei 30. Sei que não sou a única e isso me consola, amanha será um novo dia e daqui alguns anos eu sei o quanto sentirei falta dessa correria, então, entendam: HOJE ESTOU CANSADA, não é uma reclamação da minha vida, não quero outra vida. Ninguém disse que seria fácil, cada mãe é única e amamos a existência dos nossos filho.  Portanto, só queria descansar um pouco, compreendo que não é possível agora, mas dividir isso com outras pessoas já alivia um monte!

Imagem The Bump

Love, J. <3

Para as mães de Primeira Viagem do Segundo Filho!

Em 15.01.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS

Para as mães de primeira viagem do segundo filho!

Não existe uma regra sobre certo ou errado. Mas também não existe um manual dizendo faça diferente com o segundo filho que o que deu errado no primeiro dará certo no segundo.

Tudo é uma questão de bom senso.

Tenho dois filhos, tudo foi diferente:

O parto foi diferente, a recuperação do parto.

Um não teve cólica o outro chorou mais de 40 dias e eu fiquei sem dormir.

Os dois nasceram cabeludos, mas teve um que ficou quase careca depois.

Um sentou com oito meses o outro com seis.

E eles continuam apresentando características diferentes, porque eles não são as mesmas pessoas. Cada um precisa de um cuidado, cada um precisou e irá precisar de um olhar diferente sobre eles. O caçula só dorme no colo, o mais velho sempre dormiu sozinho! Um abandonou o peito aos cinco meses e eu tenho a leve impressão que o outro vai mamar na teta até os três anos se deixar. E eu os amo da mesma maneira, com a mesma intensidade. Quando o mais novo nasceu a magia do amor multiplicou tudo que havia dentro de mim e hoje eu tenho dois corações que batem fora do peito e que me fazem ser a mulher mais feliz do mundo.

 

Mas no segundo filho você aprende umas lições, faz algumas coisas certas e milhares erradas. Deixa o mais velho sem tomar banho porque não deu tempo e também dorme sem banho. Equilibra-se entre duas mamadeiras, mas se desespera quando os dois choram ao mesmo tempo. Então, se eu em algum momento pensei que soubesse como era ser mãe, nesses acontecimentos corriqueiros tenho certeza que ainda não sei nada. Que o provável manual que tenta ser expressa em trilhões de artigos dizendo como ser mãe, trocar, amamentar, dar comida, rotina de sono, birra, terrível two e etc. não tem nada dizendo que pela segunda vez você sentira todas as inseguranças da primeira e agora precisara fingir que não as sente.

 

A cobrança é grande e a falta de empatia das pessoas que estão fora do seu circulo familiar é gigantesca. Chegam para você e dizem: Bom que você já está craque, você já sabe como funciona, né? Não, não sabemos, afinal, é a primeira vez que tenho um segundo filho e sempre será assim nos próximos para todas as mães. É a idade de que muda, a rotina, o time, cada filho chega em uma época, raros na mesma estação e mesmo assim são episódios diferentes, alguns com pais diferentes, com dores diferentes.

 

Hoje eu só quero ser compreendida! Que todos entendam que e eu e outras inúmeras mães sempre estaremos na primeira viagem do filho que está para chegar. Sempre estaremos à espera do desconhecido. Do novo. Do mágico e do maravilhoso milagre que é ser mãe. Um presente sem manual, mas totalmente Divino.

 

Love, J. <3

ROTINA DO DAVI LUIGGI

Em 09.01.2017   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS

 

#rotinadodluiggi

Quando voltamos do hospital, encontramos uma casa novinha. Tínhamos terminado a reforma da casa, tudo para esperar o Davi, o quartinho azul com branco, o bercinho no estilo americano uma cômoda e banheira também ficava no quartinho dele.

Nas duas primeiras semanas minha tia e minha mãe cuidaram do petitico até o umbigo cair, por isso, até o Mateus nascer eu nunca soube o que era passar uma noite toda acordada com um bebezinho. Claro que depois de um tempo o Davi me fazia perder uma ou outra noite de sono só para brincar, mas nada de choros sem fim e eu já me sentia mãe.

Digo que já me sentia, porque quando ele nasceu eu nem entendia o que era isso: SER MÃE! As mamães viviam me dizendo que era um amor infinito, que te fazia dar a vida e etc, mas eu ainda não tinha absorvido todos os sentimentos. Hoje entendo perfeitamente e posso dizer que ser mãe é muito lindo e que a mãe que existe em nós nasce junto com os filhos e cresce de maneira inexplicável ao longo do tempo.

Até os cinco meses o pequeno mamou em mim, não era exclusivo, com 2 meses eu comecei com complemento, porque eu sabia que voltaria ao trabalho e não queria que esse momento causasse nenhum tipo de trauma nele. Voltei ao trabalho e ele simplesmente me trocou pelo tetê rs. Trabalhei por um mês e fui dispensada e a culpa tomou conta de mim, queria amamenta-lo por mais tempo, mas… vida que segue.

Foi assim que surgiu o blog! Eu estava em casa e agora queria dividir tudo com outras mães e convidei três amigas para fazermos isso juntas…

Quer saber mais?

Vou contar no próximo post!!!

Aguardem…

Bju bju bju

Love, J. <3

#primeirofilho #maedeprimeiraviagem #maternagem #maternidadereal #amorverdadeiro #maeblogueira #dluiggi

Um Exército de Mãe

Em 27.11.2016   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE

mãe que amamenta Sim! Somos um exército armado e poderoso, o destino do mundo inteiro está nas nossas mãos. Dominamos as maiores armas e temos o controle de toda uma geração!
Esse é o legado da maternidade, mulheres guerreiras que se desdobram entre suas vidas e a vida dos filhos para entregar para sociedade seres humanos melhores.
Amamentam, trabalham, são esposas, são executivas, dormem tarde, acordam cedo, comem pouco, comem errado, choram sozinhas, tomam banhos corridos, tudo isso para garantir um futuro melhor.
Não pensam em si, se arrumam rápido e eu tenho certeza que nenhum militar tem a habilidade de uma mãe. Defende os filhos até a morte, protegem seus territórios e não existe um inimigo que sobreviva a sua arma secreta: “oração de mãe”.

Um dia me alistei nesse time, eu não sabia dos perigos e muito menos das recompensas. Mas hoje eu quero deixar aqui registrada minha gratidão a Deus por me recrutar e confiar esse titulo a minha pessoa.

Obrigada Comandante e Parabéns a todas companheiras!

Jaqueline Medeiros <3
Foto via The Bump

EMPREENDEDORISMO MATERNO – MiniDini

Em 25.11.2016   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MULHERES QUE EMPREENDEM

Olá meninas lindas do meu coraçãozinho!

Hoje eu quero compartilhar algo com vocês que me deixa cada dia mais feliz: SER MÃE. Porque todo dia conheço historias de mães que mudaram seus caminhos por causa da maternidade e hoje são mulheres bem sucedidas e felizes.

A baixo um relato de sucesso, empreendedorismo e amor. Espero que vocês se sintam fortes com esses historias contadas nesse espaço e continuem acreditando e lutando pelos sonhos de vocês! Ser mãe é uma grandeza que não posso mensurar.

Com Vocês, Duas Genias:

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GRACIELA – contadora, casada, mãe de dois meninos (3 e 1 ano).

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FERNANDA – contadora e administradora, mãe de um menino (5 anos)

Eu e Fernanda começamos a MiniDini há 3 anos, com a Agarradini. Tinhamos vontade de empreender e sentiamos falta de um produto assim. Desenvolvemos a ideia e decidimos que poderia ser o inicio de um negocio que trouxesse soluções para outras mães, coisas que facilitassem a rotina. Aos poucos fomos divulgando a empresa, principalmente no Facebook, e ganhando espaço.
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Lançamos em 2014 nosso segundo produto, a Grandini, e um pouco depois, a Nanadini. Novamente, e como tudo que vendemos, não encontrávamos algo no mercado que pudesse ser usado com a criança que já é grande para cadeirão mas pequena para sentar-se à mesa de jantar… Tão pouco havia algo que realmente ajudasse a segurar a cabeça quando nossos filhos dormiam no carro.
As idéias de produtos surgem assim.. Observando as situações com nossos filhos e pensando no que poderíamos fazer para solucionar aquilo. O filho da Fernanda passou a usar chinelos 24, por exemplo, e esses não paravam no pé, pois não possuem tiras atrás para prende-lo (apenas até o numero 23 que possuem, em maioria). Ai, ela teve a ideia da Sandalini e pronto: problema resolvido! Como não dividir isso com outras mães?
Isso que nos alegra e motiva a buscar sempre soluções que possamos dividir com todos através de nossa empresa. Somos as principais consumidoras do que produzimos, e sempre testamos antes para verificar o melhor desenvolvimento e a eficácia da proposta de cada produto.
Estamos sempre buscando mais inovações, e ficamos muito felizes em termos hoje perto de 22 mil seguidoras no Instagram. Queremos cada vez mais divulgar o que produzimos e trazer sempre mais soluções que ajudem às famílias e que tenham preço justo.

Enfim, essas duas mamães produzem soluções para tantas outras mães e filhos viverem melhor e com praticidade. Amei cada produto, tudo muito lindo e super inteligente. Quero parabenizar as meninas por esse trabalho maravilhoso e realmente genial. Tudo que desejo à vocês duas é SUCESSO!

Obrigada por compartilha sua historia conosco!!!

Segue os contatos das meninas e alguns dos produtos!!!

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Bju bju bju
Love, J. <3
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