Entre Fraldas e Blush

O PRÓXIMO FILHO

Mãe de filhoúnico esperando o segundo filho é um assunto muito pertinente e vejo muitasmães vivendo esse momento.

Chega umahora que é preciso deixar os laços e se vestir de mulher, executar o papel aoqual foi destinada. Não digo que a missão de toda mulher é ser mãe, mas, emalgum momento, eu disse! Hoje já li e ouvi experiências de mulheres brilhantesque fizeram suas escolhas e me convenceram a respeitar esse tipo de decisão. Ao longo desses quase três anos, na lida de ser mãe, entendi que se amulher não tiver um desejo forte por este estado emocional, provavelmente aloucura e o desespero de ter um filho e do que fazer depois da chegada do bebê,isso torne a maternidade um monstro de um milhão de cabeças. No fundo, a gentesó não pira porque foi uma escolha unicamente nossa. 

Não planejeimeus filhos, mas também não evitei! Eu queria e quero muito tê-los comigo.Esperei ansiosa pelos meus filhos. A ternura de uma criança muda a trajetóriade uma mulher e acredite: Nunca estaremos prontas, nunca iremos de fato saber oque é ser mãe, até sê-lo!

Você lê ummonte de livros, artigos, depoimentos de outras mães. Eu fiz isso e faço muitoaté hoje, vivo de blog em blog materno e consigo te indicar algunsótimos, que me ajudaram muito! No entanto, não existe uma fórmula ou receita decomo ser mãe, um manual de instruções dizendo: COMO MONTAR UMA MÃE IDEAL! Sevocê ainda não é mãe e está um pouco assustada com a introdução, relaxe, amaternidade é tão deliciosa que eu teria mais uns três filhos, porém meu maridojá cortou meu barato e disse que vai operar antes que eu encha a casa decrianças!

Como nãotenho o modelo formal de como ser mãe, quero dividir com você o que tenhovivido e aprendido desde a primeira gestação.

Quero começardizendo que minhas gestações, assim como de inúmeras mães, foram totalmentediferentes uma da outra e meu único receio, na segunda gestação, era como seriao parto.

Segundo,preciso reforçar que em nenhum momento planejei o segundo filho, mas que no mêsque engravidei foram dias de muita correria e acabei não evitando, aconteceu eeu fiquei extremamente feliz por esse acontecimento em nossas vidas!

Quem segue oblog sabe do meu amor pela maternidade e, hoje, eu tenho absoluta certeza quenasci para ser mãe. Tudo que faltava para me fazer um ser humano melhor e maisconsciente chegou juntinho com o Davi, hoje eu vejo o mundo com outros olhos epor outro ângulo. Sou mais tolerante, calma, centrada, decidida, destemida eminha fé triplicou. Não tenho medo de tirar sangue (acreditem, eu tinha),aprendi a dirigir, consigo cuidar de muitas coisas ao mesmo tempo e isso metraz uma confiança que eu não tinha tempos atrás. Claro que, todas essasmudanças estruturais de mim mesma, trouxeram novos planos e meus horizontes sãooutros.

A partedifícil existe e não é muito diferente da de outras mães, só tento não pirar!Mas mexe e vira eu piro e piro muito!

Às vezes,acordo e olho para o lado e lá está o Davi Luiggi dormindo, um soninho tão bom,tão sereno. Na minha cabeça passa um filme, os dias são longos, mas não consigoorganizar tudo. Também não me preocupo com tudo…rs. Sou o ser humano mais light do mundo, já dormi sem tomarbanho, sem lavar louça do almoço e da janta, sem jantar e não morri por isso,então, casa é a minha última preocupação. Se der arrumo, se não, fica para opróximo dia! E a vida segue. Cada dia uma novidade. Meu filho é uma criançanormal, precisa ficar de olho o tempo todo, eu sinto falta do trabalho*, noentanto, sinto vontade de não voltar a trabalhar nunca mais, só para ficar comeles, assisto Peppa, Dora, Patrulha Canina e companhia limitada o dia todo.Enfim, a vida é normal por aqui e somos felizes!

Li que nosegundo filho a gente já está preparada e ainda não sabe, tenho me agarrado aisso e nada de medo de não conseguir, essa semana uma seguidora deixou umdepoimento no Instagram dizendo que osegundo filho dela nasceu quando o primeiro tinha um ano e um mês, que noinício foi complicado e era muito corrido, mas que agora que já passou umtempo, ela chegou à conclusão que foi a melhor coisa que aconteceu.

O que realmente quero dizer é que, ser mãe, não é todo esse espetáculo de horrores que muitas descrevem. Imaginem, minhas avós tiveram sete filhos cada uma e na época delas não havia toda a estrutura que temos hoje, as fraldas eram de pano e minha avó materna conta que colocava todas para quarar, que as lavava na beira do rio. Se fosse hoje, eu as jogaria rio abaixo, imaginem vocês lavando uma fralda com aquele cocô amarelo que gruda no pano e não sai nunca. Não é difícil, só é tudo muito novo e muitas informações para serem absorvidas em um curto espaço de tempo.

Meu pensamento para as mamães que, assim como eu, estão esperando o próximo bebê é: Vamos viver a melhor experiência das nossas vidas novamente, vai ser trabalhoso, talvez, doloroso. Mas acreditem: A vida está nos entregando pela segunda vez uma joia que não se pode mensurar o preço, o valor excede a todos os números existentes e essa é a única conclusão para finalizar tudo que já escrevi e tenho sentido até aqui!

Obs.: Texto de quando eu estava gravidinha do Mateus Lucca.

Por Jaqueline Medeiros

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