A MESMA MÃE, NOVOS PROJETOS!

Em 07.12.2016   Arquivado em LET'S GO JOINT, MATERNIDADE

A MESMA MÃE, NOVOS PROJETOS!

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Como tudo no mundo se transforma e eu, mesmo sendo mãe, ainda faço parte dessa geração que anseia por mudança e não aceita muito a mesmice. Quero começar 2017 com alguns propósitos e para que eles sejam fidelizados vou dividir com vocês essa nova saga.

Ser mulher atualmente já é um desafio muito grande, ser mãe aumenta o desafio e te faz ver a vida por outro ângulo. Hoje eu sou grata a Deus por estar vivendo essa fase e por ter esses próprios questionamentos sobre mim, minha carreira, meu casamento e a maternidade.

Confesso que 2016 foi um ano que metade do tempo eu deixei a vida me levar e agora isso está incomodado um pouco, alias, muito! Para mim, basta. Acredito que muitas de vocês também passem por isso. Fiz da maternidade minha zona de conforto e procastinei o ano todo com a justificativa mais fofa do mundo: Meus filhos.

Pensando nisso e fazendo um balanço rápido desse ano quero convidar as mamães que acreditam que para os filhos crescerem fortes e saudáveis é preciso acompanhar o desenvolvimento deles de perto e por isso decidiram deixar suas vidas meio em off por um tempo, a religarem esse botão! Somos mães sim, amamos nossos filhos sim, mas eles precisam de mulheres fortes e bem resolvidas, bonitas, cheirosas e que tenham vida própria. E não, não é egoísmo! VAMOS CUIDAR DELES E DE NÓS EM 2017. É um compromisso meu comigo mesma e quero que você se disponha a ir comigo nessa caminhada, até porque preciso de muito apoio rsrs.

Duas coisas eu não fiz em 2016 (cozinhar e cuidar da minha aparência) e queria muito fazer e todo dia eu falava que ia fazer e nunca fiz. Por isso, no próximo ano iremos ter duas parcerias lindas, mas ainda é segredo hahahaha, na hora certa vocês vão saber quem é!

Outros desejos para 2017 irei postando nas próximas semanas e já adianto que o meu maior desejo para o próximo ano é sair da minha ZONA DE CONFORTO e começar a produzir com qualidade e organização. Vou traçar algumas metas e irei dividir aqui assim que estiverem prontinha.

E que venha 2017.

Bjus

Love, J <3

@entrefraldaseblush

O SEGUNDO FILHO – A MATERNIDADE

Em 07.06.2016   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE

O SEGUNDO FILHO

Imagem: Internet

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Eu deveria escrever esse post depois do nascimento do Mateus, mas acredito que minha visão como mãe de filho único esperando o segundo filho é um assunto muito pertinente e vejo muitas mães vivendo esse momento.

Sempre fui muito menina, as pessoas que me conhecem ou seguem as minhas redes socias já sabem muito bem disso! Mas chega uma hora que é preciso deixar os laços e se vestir de mulher, executar o papel ao qual foi destinada. Não digo que a missão de toda mulher é ser mãe, mas em algum momento eu disse! Hoje já li e ouvi experiências de mulheres brilhantes que fizeram suas escolhas e me convenceram a respeitar esse tipo de decisão.  Ao longo desses quase três anos na lida de ser mãe entendi que se a mulher não tiver um desejo forte por este estado emocional, provavelmente a loucura e o desespero de ter um filho e do que fazer depois da chegada do bebê, torne a maternidade um monstro de um milhão de cabeças. No fundo a gente só não pira porque foi uma escolha unicamente nossa.

Não planejei meus filhos, mas também não evitei! Eu queria e quero muito ter eles comigo. Espero ansiosa pelo Mateus e tenho vivido os melhores dias da minha vida ao lado do Davi! A ternura de uma criança muda à trajetória de uma mulher, e acredite: Nunca estaremos prontas, nunca iremos de fato saber o que é ser mãe, até ser!

Você lê um monte de livros, artigos, depoimentos de outras mães. Eu fiz isso e faço muito até hoje, vivo de blog em blog materno e consigo te indicar uns ótimos, que me ajudaram muito! No entanto, não existe uma formula ou receita de como ser mãe, um manual de instruções dizendo: COMO MONTAR UMA MÃE IDEAL! Se você ainda não é mãe e esta um pouco assustada com a introdução, relaxe, a maternidade é tão deliciosa que eu teria mais uns três filhos, porém meu marido já cortou meu barato e disse que vai operar antes que eu encha a casa de crianças!

Como não tenho o modelo formal de como ser mãe quero dividir com você o que tenho vivido e aprendido desde a primeira gestação.

Quero começar dizendo que minhas gestações, assim como inúmeras, estão sendo totalmente diferente uma da outra e meu único receio até o momento é de como será o parto e a recuperação.

Segundo, preciso reforçar que em nenhum momento planejei o segundo filho, mas que o mês que engravidei foram dias de muita correria e acabei não evitando, aconteceu e eu sou extremamente feliz por esse acontecimento em nossas vidas!

Quem segue o blog sabe do meu amor pela maternidade e hoje eu tenho absoluta certeza que nasci para ser mãe. Tudo que faltava para me fazer um ser humano melhor e mais consciente chegou juntinho com o Davi, hoje eu vejo o mundo com outros olhos e por outro ângulo. Sou mais tolerante, calma, centrada, decidida, destemida e minha fé triplicou. Não tenho medo de tirar sangue, aprendi a dirigir, consigo cuidar de muitas coisas ao mesmo tempo e isso me trás uma confiança que eu não tinha tempos atrás. Claro que com todas essas mudanças estruturais de mim mesma, trouxeram novos planos e meus horizontes são outros.

A parte difícil existe e não é muito diferente da de outras mães, só tento não pirar! Mas vira e volta eu piro e piro muito!

Às vezes, acordo e olho para o lado e lá está o Davi Luiggi dormindo, um soninho tão bom, tão sereno. Na minha cabeça passa um filme, os dias são longos, mas não consigo organizar tudo. Também não me preocupo com tudo rs. Sou o ser humano mais light do mundo, já dormi sem tomar banho, sem lavar louça do almoço e da janta, sem jantar e não morri por isso, então casa é a minha ultima preocupação. Se der arrumo, se não, fica para o próximo dia! E a vida segue. Cada dia uma novidade. Meu filho é uma criança normal, precisa ficar de olho o tempo todo, eu sinto falta do trabalho, no entanto, sinto vontade de não voltar a trabalhar nunca, só para ficar com eles, assisto Peppa, Dora, Patrulha Canina e companhia limitada o dia todo. Enfim, a vida é normal por aqui e somos felizes!

Li que no segundo filho a gente já está preparada e ainda não sabe, tenho me agarrado a isso e nada de medo de não conseguir, essa semana uma seguidora deixou um depoimento no instagram dizendo que o segundo filho dela, nasceu quando o primeiro tinha um ano e um mês, que no inicio foi complicado e era muito corrido, mas que agora que já passou um tempo, ela chegou à conclusão que foi a melhor coisa que aconteceu.

O que realmente quero dizer é que, ser mãe não é todo esse espetáculo de horrores que muitas descrevem. Imaginem, minhas avós tiveram sete filhos cada e na época delas não havia toda a estrutura que temos hoje, as fraldas eram de pano e minha avó materna conta que colocava todas para quarar, que lavava na beira do rio. Se fosse hoje eu jogaria rio abaixo, imaginem vocês lavando uma fralda com aquele cocô amarelo que gruda no pano e não sai nunca. Não é difícil, só é tudo muito novo e muitas informações para serem absorvidas em um curto espaço de tempo.

Meu pensamento para as mamães que, assim como eu, estão esperando o próximo bebê é: Vamos viver a melhor experiência das nossas vidas novamente, vai ser trabalhoso, talvez, doloroso. Mas acredite: A vida está nos entregando pela segunda vez uma joia que não se pode mensurar o preço, o valor excede a todos os números existentes e essa é a única conclusão para finalizar tudo que já escrevi e tenho sentido até aqui!

 

Love, J. <3

16 IMAGENS INCRÍVEIS!

Em 22.04.2016   Arquivado em CRIANÇAS, MATERNIDADE

Olá

Adorooooooo fotos e hoje separei algumas que eu gosto e encontro durante o tempo que passo na net. São imagens incríveis e mostram como o amor entre mãe – filho – pai é um amor que contagia e encanta.

Aproveitem para se inspirarem!!!

Love, J. <3

 

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Como parei de trabalhar fora para ficar mais tempo com meu filho

Em 18.04.2016   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE
Eu amo esse texto, sempre corro no Blog Antes que Eles cresçam para ler post cheio de vida real e muito amor, então resolvi repostar. Leiam e deixem suas opiniões!!!
Fonte: Imagem da Internet

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Quando eu trabalhava fora, na redação de uma revista de uma grande editora, e passava rapidinho pra deixar meu filho na escola antes de começar aquelas jornadas de 10 ou 12 horas (que se estendiam pra 16 ou até 18 nos fechamentos), tinha muita inveja (é, inveja mesmo) das mães que podiam ficar na porta da escolinha por mais um tempo, olhando seus pequenos brincar, batendo um papo com a professora para saber o que estava rolando e depois passavam na hora do almoço para buscá-los. E nas reuniões de pais contavam como é que eles chegavam da escola, todos sujos de terra, ou com uma flor na mão ou coisa assim. Talvez elas também tivessem inveja de mim, que em vez de estar de chinelinhos e um rabo de cavalo, ia de salto alto, maquiada, com uma bolsa bonita, direto pro trabalho. Ia para alguma reunião chata, sem muito sentido, que me mandavam para cobrir um chefe que estava ocupado. Também tinha inveja de quando elas contavam que na hora de dormir os filhos tinham falado isso ou aquilo, enquanto eu, de novo, estava revisando algum texto pela terceira vez ou correndo pra escolher uma foto para ilustrar tal matéria. Mas eu pensava: não tenho outra escolha, se eu não estivesse aqui, trabalhando loucamente, não poderia pagar a escola, o supermercado, a viagem de férias. E eu seguia em frente.

Sei que o trabalho realiza, sustenta e dá sentido à vida. E eu sempre tive orgulho do meu. Mas, naquela época, enquanto meu filho tinha 4 ou 5 anos, não conseguia achar que tinha algo mais importante do que passar mais tempo com ele, acompanhar o dever de casa, deixar ele me fazer de gato e sapato nas brincadeiras, almoçar junto. Precisava e queria trabalhar, mas não naquele ritmo. Mas, como a gente bem sabe, as empresas brasileiras estão se lixando para a importância de se exercer a maternidade como se deve. E meu chefe facilmente me chamava para uma reunião às seis da tarde, mesmo sabendo que meu filho ia pra cama às sete. Eu ia sem pensar muito, afinal, o sustento da casa dependia de mim e meu filho idem. E eu seguia em frente.

Até que um dia uma psicóloga me falou uma coisa radical. Pode até ter sido uma provocação de sessões de terapia, daquelas que se faz para ver a reação, para ver se cola. Mas dessa vez colou. Ela disse: seu filho não é prioridade nem na sua vida, nem na do pai dele. Ele não é prioridade pra ninguém. E criança tem que ser prioridade na vida de ao menos um adulto. Como assim, se eu trabalhava para dar o melhor pra ele? Como assim, se eu passava dias enfurnada em um prédio pra garantir o futuro dele? Enfim, desse dia em diante, não consegui mais seguir em frente.

Comecei, então, a pensar no que faria para ter mais tempo com o Antonio. Tentei acordos no trabalho, de entrar mais tarde pra passar a manhã livre. Mas sempre tinha um projeto importante para fechar e vira e mexe acabava indo mais cedo. Ou estava tão cansada que acordava mais tarde. Depois combinei de ter um dia por mês livre, após os fechamentos que se prolongavam pela madrugada, mas meu pequeno estava tão estressado porque tinha ficado uma semana sem me ver que esses dias eram os piores, com choros, birras e muitas emoções à flor da pele. Fui tentando, tentando, até que me senti tão cansada que tive uma crise de stress. Parei de trabalhar por um tempo e, quando voltei, já não havia mais lugar para mim. Na empresa. Porque o tempo que eu tinha passado com meu filho durante a licença mostrou que tinha um lugar imenso a ser preenchido lá em casa. Tive outros convites de trabalho, mas já não tinha energia pra isso. Como fazer, então, para continuar o papel que a vida me obrigou – ou suplicou – para que eu desempenhasse? Percebi que dava pra viver com menos. Menos cobranças, menos stress, menos viagens de férias caras, menos sorvetes de R$ 10 a bola. Passávamos férias no sítio de algum amigo ou na casa da vovó, o que pro meu filho é o lugar melhor do mundo. Como jornalista (e acho mesmo essa profissão maravilhosa porque te coloca em contato com muita gente), acionei meus contatos, passei a fazer frilas e dar consultorias, no início. Logo de cara, ganhava metade do meu salário anterior. Mas já não tinha necessidade daqueles presentes que a gente se dá, dizendo “eu mereço, já que trabalho tanto”. Aqueles jantares caros, aquele sapato lindo, aquele vinho bacana pra você relaxar quando chega em casa, cansado, do trabalho. O meu “eu mereço” passou a ser, naquele primeiro momento, passear na praça com o Antonio, dormir mais cedo pra acordar na boa quando o despertador tocasse às seis da manhã, fazer um almoço gostoso em família, poder trazer um cachorrinho pra casa e deixar meu filho mais alegre. Vi que dava pra viver com pouco mais da metade do que eu ganhava antes. E nunca tínhamos vivido tão bem.

Eu já não precisava mais de babá também. E por isso pude economizar uma boa grana. Passei a fazer parte do trabalho doméstico, com a ajuda do Antonio, que eu fui educando pra não bagunçar tanto. Minha mãe vinha pra me ajudar quando eu tinha reunião ou um trabalho grande pra entregar. Renegociei o valor da pensão com meu ex-marido, já que agora seria eu a babá. De alguma maneira, eu confiava em algo acima e mais poderoso que eu. E essa ajuda veio em diversas formas, em todos os momentos que precisei. Não me preocupava mais em juntar dinheiro para comprar algo novo, mas em viver o presente. E o futuro foi tão bem que nem eu acreditava. Minha relação com o meu filho (e todas as minhas outras relações) mudou completamente. Se ele antes já não contava comigo para colocar pra dormir à noite, agora esperava ansiosamente a historinha e a oração na cama. Precisava de mim para a lição de casa e me esperava na porta da escola. Meu filho passou a me ver mais forte e mais inteira. Era assim que eu me sentia e, no primeiro Dia das Mães desse novo momento, meu presente foi um desenho inesquecível. Uma mulher com os cabelos cacheados (eu!) enfrentando um dragão com uma espada. Sem titubear. “Eu te amo, mamãe”. Estava escrito lá. Nunca tinha recebido nada assim. E nem preciso dizer o quanto chorei ao perceber que meu filho viu, ao jeito dele, a minha força em fazer exatamente o que minha natureza me mandava fazer. Sem a pressão da carreira, do carro novo ou da prestação da casa, que não são ordens da minha natureza, mas da natureza esquisita da sociedade em que vivemos, onde status e poder de consumo importam mais do que cuidar de uma criança e onde as mães não podem contar com quase nada para ajudá-las nessa tarefa tão essencial em nossos dias.

Por Fabi Corrêa

 

Obs.: Depois visitem o Blog Antes que Eles cresçam, vale a pena ler cada post!!!

Dica para uma família saudável e cheia de vida

Em 14.04.2016   Arquivado em MATERNIDADE, RELACIONAMENTO
Pai

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Olá

Eu acredito fielmente que os filhos são um presente de Deus para abençoar cada dia mais a união. Claro que hoje vivemos tempos difíceis e o amor vem se esfriando e as famílias estão enfrentando uma luta travada entre o que o mundo prega e a realidade que sustenta um relacionamento saudável.  Tudo se tornou muito permissivo, marido e mulher não se respeitam, não se ajudam, constroem um lar em cima de suas próprias vontades e crenças e esquecem a preciosidade de olhar para Deus e perguntar como deve ser construída uma instituição saudável e cheia de vida.

Lembro-me de ouvir um grande amigo que não acredita em casamento e afirmava sempre: “- O casamento é uma instituição falida.” Claro que eu nunca acreditei, ainda acredito nos contos de fadas, melhor crer no inusitado e que tudo pode ser melhor do que olhar com tanto realismo para nossa sociedade.

Família! É um assunto importante, deve-se ser observado cada detalhe que preenche um lar. Ficamos tão atentos com os pequenos que esquecemos os maridos. Sabemos cobrar a responsabilidade de pai e todas as obrigações, mas esquecemos de que os papais nunca brincaram de boneca, nunca trocaram fraldas nem de mentirinha, que eles nunca brincaram de casinha, que nunca ganharam um bebê de presente de natal, uma banheira super pequena de presente de aniversario ou uma cozinha linda toda rosa no dia das crianças. Eles tiveram educações diferentes das nossas, brincavam de carrinho, futebol, bicicleta. Ficavam horas e horas nos joguinhos de vídeo game. Não foram treinados em momento algum para serem pai.

Então, peço paciência. Se você já tem, quero pedir mais um pouco.

Todo dia olhe para seu esposo como alguém que precisa de ajuda para nova função, existem uns mais dedicados que outros, no entanto, para os que não têm nada de dedicação, paciência. Eles irão aprender na medida em que você souber expressar seus anseios e necessidades como mãe sem  magoar, só eu sei o quanto é complicado.

Não desista.

Seus filhos precisam de uma estrutura firme e forte que os tragam segurança. Sei da dificuldade de aceitar um conselho desses nessa altura do campeonato (filho chorando, casa bagunçada, comida pra fazer, você descabelada e um marido quase inútil), mas acredite, pode ficar bem pior se você não respirar um pouco, agir com a razão, totalmente sensata, com muita sabedoria. Homens foram criados para assistir o futebol depois do serviço, beber uma gelada com os amigos no final de semana, dormir quando estiver cansado, fugir quando não souber o que fazer. Você precisa reprograma-lo.

Vou deixar algumas dicas que acho que são válidas e que fazem diferença.

– Estabeleça tarefas.

– Crie uma rotina para o esposo depois do horário de serviço.

  • Dar banho no bebê três vezes por semana.
  • Sair para passear na pracinha com bebê em dias alternados.
  • Lavar a louça da janta todos os dias.

– Cobre o cumprimento das tarefas com educação e cautela.

Durante o tempo que ele faz as tarefas você pode aproveitar para tomar banho e se cuidar um pouquinho. Coloque uma roupa legal, passe um perfume, faça um carinho no marido, ele deve estar mais carente do que você imagina.

E claro, tenho certeza que ser pai e cuidar dos filhos e ajudar nas tarefas de casa sejam obrigações do companheiro, mas eles precisam sentir isso. Impor esse serviço a eles não irá solucionar nossos contratempos em momento algum. Precisamos entender a dinâmica do outro, o tempo do outro. Ser mãe é natural, a mulher desde o principio do mundo foi criada para ser “ajudadora do homem” e para multiplicar a espécie. É da nossa natureza. Ser Pai é um processo, fique atenta para não perder o homem que você disse sim! Acredite no dinamismo de Deus, que confiou na mulher para cuidar e ajudar o homem. Seremos sempre a parte mais frágil e forte ao mesmo tempo, mais doce, mais sensata, mais pura e energética do casamento. E por mais árduo que seja não fuja desse chamado! Ser mãe, profissional, amiga, mulher e esposa resume um contexto de amor!

 

Love, J. <3

O PRESENTE POR SER MÃE!

Em 16.03.2016   Arquivado em CONFISSÕES MATERNAS, MATERNIDADE
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Foto: The Bumb

Você acorda esposa, profissional, dona de casa, filha, amiga e uma noticia no meio do dia te faz dormir MÃE. Todas as expectativas mudam, o norte muda, os horizontes mudam, a vida muda, as cobranças mudam.

De inicio você já precisa responder a um monte de perguntas: Qual sexo? Você tem preferência por menino ou menina? E os nomes? Já pensou nos nomes? E quando nascer irá ficar com quem? Será que vai ter o olho azul, castanho, preto…? E o quartinho? Você está enjoando? Qual tipo do seu sangue? E as vacinas, estão em dias? Você quer parto normal ou Cesária?…

E cada pergunta te deixa mais aflita, como se você tivesse as respostas, como se desde agora você tivesse a obrigação de saber tudo! Mas NÃO, mãe não tem que saber tudo, o tempo e as experiências se encarregaram de ensinar o essencial, o restante é extinto é raça é coisa de mãe, de sentir, química materna na veia que te traz sensações que vão de 0 a mil em um segundo, mas garanto que são os melhores momentos da sua vida!!!

Mas tudo isso é só o começo, você terá em suas mãos sua própria vida, um coração que gerou dentro de você, um serzinho tão pequeno e indefeso que a única coisa que você pode fazer é amar, amar e amar.

Primeiro você irá aprender mais do que ensinar, cada sorriso, cada gracinha! Você verá a simplicidade da vida nesses gestos, que para ser feliz você precisa de tão pouco e não sabia dessa quantia antes.

Os primeiros dentinhos, os primeiros passos, as primeiras birras, o desenho favorito. Aquela pecinha de roupa que você vai guardar para sempre junto com o desejo de que o cheirinho também pudesse ser guardado, não existe cheiro melhor no mundo do que cheiro de filho, cheira amor+vida+ternura+fofura+amor+bebê+um pedacinho e por esses motivos ser mãe vai se tornando mágico e intenso de mais. Você mergulha em um oceano, pisa em uma terra encantada. Claro que essa terra tem um monte de monstros, perigos, medos… Nossa!!! Tantos medos! Você pode ser a mulher mais forte do mundo, a mais corajosa, aquela que não teme nem a morte, mas o dia que seus filhos nascerem você vai correr da morte, irá desejar viver para sempre para poder protegê-lo dos perigos, para poder segura a mãozinha dele, dar colo, conselho, abraço, beijo, cafune, buscar na escola, buscar na balada. Você temera a morte como seu maior medo e não será por medo de perder sua vida, mas a oportunidade de viver a vida do seu filhote. E você pedirá a Deus: – me faça imortal!

Seu filho cresce, vem escola, infância, adolescência, faculdade, os namoros, o noivado, o casamento, os netos, não necessariamente nessa sequencia. E você está onde começou outra vez, sem a cria perto, sem o melhor cheiro do mundo, o melhor sorriso, mas você tem uma certeza, forte e única: – sou mãe! E você finalmente recebe uma resposta de Deus sobre seu pedido de imortalidade: “- Você será imortal em seus filhos, em tudo que os ensinou, em todo amor que plantou, em cada beijo que ofereceu. Sua vida gritará tão forte na vida deles que eles nem perceberão que cada atitude deles será um gesto seu. VOCÊ NUNCA MORRERA DENTRO DELES. Dou-te a IMORTALIDADE como presente por ser Mãe”!

 

Bjus!!!

Jaqueline Medeiros :*