Mãe que empreende – A gente erra, exagera, se perde. E depois resgata o eixo!

Em 14.10.2016   Arquivado em MATERNIDADE, MULHERES QUE EMPREENDEM

Oi lindas do meu coraçãozinho, vamos falar de filhos? Isso. Mãe que continua a vida com muita graça e maestria para ser a melhor mãe que poderia existir para seus filhos. Hoje trago mais uma daquelas historias lindas de mulheres que continuaram no mercado ou se relocaram de uma maneira estratégica para não sair de perto de suas crias.

Com vocês:empreendedorismomaterno7

 

Marianna Senderowicz

Olá, poderosas mamães! A convite da Jaque, esta semana apresento um pouco da minha vida de mãe que empreende, que não raro me irrita profundamente, e em outras muitas vezes me enche de orgulho e inspiração. Trabalhar em casa, com o filhote orbitando praticamente em tempo integral, é uma experiência enriquecedora e enlouquecedora, que me faz crescer a duras penas e certamente tem me trazido um jogo de cintura que vou aproveitar pra sempre.

Sou assessora de comunicação, com ênfase em marketing digital, e quando optei por manter o home office não imaginava a vidaloka em que estava me metendo. Sempre achei libertador esse sistema, até me dar conta que quando temos filho pequeno deixamos de coordenar nossas próprias rotinas. Hoje não durmo nem três horas seguidas por noite, muito de vez em quando consigo tomar um café ainda quente e sistematicamente preciso me esconder para fazer uma ligação, mas ao mesmo tempo me vejo uma pessoa mais dinâmica, ágil e flexível, capaz de se adaptar a mudanças com mais preparo do que antes. Virar mãe me deu mais empatia, mais habilidade em compreender os outros, o que se aplica desde uma alteração de layout até cobranças por resultados impossíveis, passando pelo relatório de última hora ou pelos chamados incessantes no Whats App.

Amo minha profissão, admiro meus clientes e sou super  grata às minhas sócias por comprarem essa briga comigo: sim, ficar no mercado e se manter mãe presente é uma luta difícil e que exige paciência. Eu, pelo menos, certamente dedico menos horas/dia ao profissional depois que o Ramiro nasceu, e tem dias que piso feio na bola pelo cansaço. Mas administrar um negócio e uma decisão de vida também tem um quê de maternar: a gente erra, exagera, se perde. E depois resgata o eixo e a superação, com uma força sei lá daonde, uma energia motivadora. E daí a gente cria, acha saídas, propõe ideias que fazem com que os outros nem lembrem que não dormimos a noite passada, que estamos sujas de baba ou que fizemos uma compra de fraldas pela internet em plena reunião. E quando a gente percebe, mais um ano aconteceu, e no próximo já é hora de escolinha, com horário fixo e tudo. O tempo voa, e nossos projetos também!

Marianna Senderowicz/Própria Comunicação
(51) 3207 7190/ 8550 1299
www.propriacom.com.br

 

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